Grêmio
Grêmio decidiu cortar R$ 2 milhões por mês na folha salarial dos jogadores
Nas últimas reuniões da cúpula que comanda o Grêmio, presidente Romildo e seus seis vice-presidentes, ficou decidido que a missão para 2020 será reduzir o valor da folha salarial em R$ 2 milhões.
Hoje, o custo mensal dos jogadores está em R$ 12 milhões por mês. Isso inclui salários, direitos de imagem e todas as bonificações que os caras recebem.
Só que o valor ideal para a próxima temporada é de R$ 10 milhões mensais. A ideia gremista é otimizar gastos e tentar compor o elenco ainda mais com jogadores da base.
Em uma entrevista recente na Rádio Globo, do Rio de Janeiro, Romildo contou que ele não tem bala para fazer grandes investimentos, vai apostar na troca de jogadores e ainda mais em atletas da base.
Está claro que ele vai tentar trocar nomes como André e quem sabe até negociar o Luan. E também devolver Rômulo e até o Vizeu. Essa é a tendência de momento.
Nas trocas, o modelo ideal foi a do Marinho por David Braz. Que além de receber um ótimo zagueiro custando a metade que o atacante recebia, o Santos ainda enviou R$ 4 milhões pra cá.
Um nome fora da curva, chamado de extravagância por Romildo, até pode vir. Mas não muito mais do que isso. Até porque, a folha terá que ficar em R$ 10 milhões. Não mais do que isso.
-
Grêmio1 semana atrásFicou bem claro o motivo que fez o Grêmio ir para a zona de rebaixamento do Brasileirão
-
Inter6 dias atrásOs detalhes financeiros surpeendentes que a direção do Inter apresentou
-
Inter1 semana atrásDúvida sobre finanças atrasa definição do Inter e Tinga conseguindo investimento de até R$ 12 milhões
-
Inter1 semana atrásOs dois jogadores que podem ajudar a salvar uma conta de R$ 205 milhões no Beira-Rio
-
Inter1 semana atrásO fato mais surpreendente neste jogo do Inter contra o Coritiba
-
Grêmio3 dias atrásA principal notícia do jogo virou o Kannemann
-
Grêmio1 semana atrásOs detalhes financeiros do confuso acordo entre Grêmio e Flamengo
-
Inter5 dias atrásPezzolano não escondeu nada sobre Rochet, CBF é taxativa sobre Brasileirão de 2005 e redução de R$ 10 mihões preocupa