Inter
Pezzolano não escondeu nada sobre Rochet, CBF é taxativa sobre Brasileirão de 2005 e redução de R$ 10 mihões preocupa
- O Inter classificou. E isso precisa ser dito logo de cara. Porque do jeito que está o ano colorado, qualquer avanço precisa ser valorizado. Não é um time pronto, não é um elenco sobrando e muito menos um clube vivendo estabilidade financeira comparado aos gigantes do país. Então, dentro do contexto atual, passar de fase e ainda colocar mais R$ 3 milhões no caixa é importante demais.
- Claro que o jogo deixou questões. Como quase sempre acontece nesse Inter do Pezzolano. O treinador novamente mudou peças, funções e até a maneira do time jogar. E acho que isso vai seguir acontecendo. Ele claramente entendeu que o Inter não consegue competir na normalidade contra muitos adversários. Se jogar de maneira previsível, provavelmente vai sofrer.
- Por isso o time alterna tanto. Contra um rival joga mais fechado, em outro tenta pressionar, em outro aposta totalmente no contra-ataque. Dá pra discutir se funciona ou não, mas dá pra entender a lógica.
- E uma das principais falas do Pezzolano depois do jogo foi sobre Alan Patrick. O treinador praticamente admitiu que o camisa 10 está abaixo do nível que já mostrou no Inter. Só que ao mesmo tempo tentou proteger o jogador. Disse que ele vem participando de gols, dando assistências e que merece voltar ao melhor momento.
- E acho que essa frase entrega bastante coisa. Porque quando o técnico fala em “voltar ao melhor nível”, ele mesmo reconhece que esse nível ainda não apareceu em 2025.
- O Alan continua sendo diferente tecnicamente. Isso é óbvio. Só que o impacto dele no jogo já não é tão constante como foi em outros momentos. E talvez isso tenha relação justamente com o jeito que o Pezzolano quer o time. Um futebol mais físico, intenso, acelerado. Curiosamente, quem mais cresce nesse contexto são jogadores como Bernabei e Carbonero, que conseguem manter intensidade o tempo inteiro.
- Já o Rochet vive outro cenário. E aí não tem muito como fugir. O segundo gol sofrido teve falha dele. O próprio Pezzolano deixou isso implícito quando falou sobre personalidade para reverter o momento. Goleiro vive disso. Quando começa a falhar em sequência, vira debate inevitável.
- Outra questão interessante foi a fala sobre Alex. O treinador gosta muito da versatilidade dele. Pode jogar aberto, pode jogar por dentro, pode atuar atrás do atacante. E aparentemente vai ganhar cada vez mais minutos. Isso mostra também uma tentativa do treinador de encontrar alternativas dentro de um elenco que claramente tem limitações.
- E aí entra uma questão importante sobre o momento do Inter. O próprio Pezzolano falou sobre como o Brasileirão está embolado. E está mesmo. Uma vitória muda completamente o cenário. Uma derrota te joga lá pra baixo. Só que isso também escancara como o campeonato do Inter hoje é muito mais de sobrevivência do que qualquer outra coisa.
- Mas o assunto que mais movimentou os bastidores foi 2005.
- O presidente da CBF, Samir Xaud, esteve na Federação Gaúcha de Futebol e foi perguntado sobre a tentativa do Inter de ter reconhecido o título brasileiro daquele ano. E a resposta foi basicamente: a CBF vai seguir o que a Justiça decidir.
- Isso é importante porque confirma que o assunto está sendo tratado nos bastidores. O próprio Samir admitiu conversas com Alessandro Barcelos e Fernando Carvalho.
- E acho importante deixar claro o discurso do Inter nessa história. O clube não trabalha na linha de “tirar” o título do Corinthians. A ideia defendida principalmente pelo Fernando Carvalho é reconhecer também o Inter como campeão daquele campeonato. Ou seja, dois campeões em 2005.
- Se isso vai acontecer? Aí já é outra discussão. Mas o simples fato da CBF admitir que espera uma decisão judicial mostra que o assunto não morreu.
- E no meio disso tudo teve também a aprovação das contas do clube. O Inter melhorou financeiramente. Isso é fato. Saiu de uma receita perto dos R$ 500 milhões para quase R$ 800 milhões. A dívida caiu. Não caiu absurdamente, mas caiu. Só que aí entra o outro lado da moeda. O custo dessa melhora financeira foi esportivo. O próprio Barcelos praticamente admitiu isso quando falou sobre a redução da folha salarial. O Inter diminuiu gastos, deixou de repor peças importantes e pagou o preço dentro de campo. Quase caiu no ano passado.
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