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Presidente dá o motivo da demissão do Miguel e quer fair play financeiro no Brasil

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Resumo da entrevista do presidente Alessandro Barcellos pra gente no Donos da Bola:

  • Todas as equipes que disputaram o campeonato do ano passado e tiveram dificuldades agora. O Inter teve um período difícil com Miguel, a tentativa de mudança da forma de jogar. Essa mudança não foi atingida. E só agora com a vinda do Aguirre melhorou e estão retomando a forma de jogar.
  • A demissão do Miguel Ramírez aconteceu porque a direção não tinha perspectivas que o trabalho não teria consequências nem a curto, médio ou longo prazo.
  • Destacou que saída de bola do Miguel era positiva e alguns movimentos dos volantes e zagueiros são usadas até hoje. O que ele não tinha era uma posse de bola produtiva, não tinha transição pro ataque. Como não viu progredir, decidiu por fazer a mudança.
  • O projeto deles é de um futebol propositivo, que busque fazer gols. O que eles não querem é um Inter todo atrás, jogando sempre por uma bola. Dentro disso, cada treinador terá sua maneira de jogar, a sua estratégia, pode ser jogando na transição, posicional, enfim, mas tem que buscar o gol.

Presidente do Inter foi nos estúdios do Donos da Bola – Reprodução

  • Perguntado sobre o que faria diferente nestes primeiros seis meses? Mudaria a velocidade das coisas. O Internacional precisa mudar a forma de gestão, não abre mão disso, mas acha que poderia ter é feito em mais tempo. Sempre falou em ruptura de modelo, o modelo atual levou a uma dívida de 600 milhões.
  • Falou pra os Conselheiros na última reunião que tá fazendo uma ruptura com o passado e propondo um desafio pro futuro. É preciso fazer tratamentos diferentes. O que se fazia antes não dá mais.
  • Pensa que precisa existir um fair play financeiro. Não tem como competir com equipes que estão com salários atrasados e contratando. É preciso ter as medidas que tem na Europa para organizar isso.
  • Como alguns clubes estão com muito mais poder de investimento, eles entram mais fortes no pontos corridos. Deixou entender que os clubes que não ganham tanta grana podem focar nas competições de mata-mata, Libertadores e Copa do Brasil.
  • A situação financeira do Internacional é preocupante. Não é caótica, mas seria se continuasse fazendo o que estava fazendo. Chegou a falar que, se seguisse gastando como estava, talvez, em três anos não estivesse na série A.
  • O valor investido hoje (folha de R$ 8,5 milhões) é condizente com a realidade do clube, mas pensa que é possível otimizar o valor que já é investido atualmente. Citou que Fortaleza e Bragantino tem folhas menores e fazem um campeonato melhor.
  • Pensa que a campanha do Grêmio acaba ajudando a aliviar as cobranças no desempenho do Inter. Mas não disse que vai torcer pra cair.
  • Ainda não sabe se vai conseguir fazer uma grande contratação, de repercussão, na próxima temporada. Lembrou que Taison foi um jogador de grande repercussão.


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