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Grêmio rompe com o governador e vai treinar em Santa Catarina

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Lucas Uebel/Grêmio

O presidente Romildo resolveu levar o grupo de jogadores do Grêmio para treinar em Santa Catarina, mais precisamente em Criciúma, onde a prefeitura municipal liberou os treinos com bola.

Todos nós repórteres sabíamos que existia um clima de tensão entre o futebol e o governo do estado, os presidentes queriam treinar com bola, mas não tinha liberação. O descontentamento não é de agora. O estopim aconteceu ontem, quando Eduardo Leite disse na live que o futebol não é prioridade.

Vale destacar que essa é uma decisão tomada pelo governador e o prefeito de Porto Alegre. E os presidentes de Grêmio e Inter sustentavam que era seguro, afinal, mais de 400 testes foram feitos e nenhum caso positivo aconteceu desde a retomada das atividades. Não teve jeito!


  • Ainda não sabemos se Renato vai estar em Santa Catarina e nem quanto tempo o clube vai ficar por lá.

Aqui a nota oficial do Grêmio:

Devido ao posicionamento do Governo Estadual em mencionar que o retorno do futebol não é prioridade em sua pauta, o Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense vem a público comunicar a necessidade de concluir sua preparação física, levando em conta todos os protocolos de saúde adotados para o retorno do elenco às atividades no CT, seguindo com rigidez as recomendações sanitárias para a volta aos trabalhos, diante do enfrentamento à pandemia da Covid- 19.

Nesse sentido, o Clube decidiu, não havendo o pleito do futebol atendido, procurar praças fora do Rio Grande do Sul visando à progressão dos treinamentos para atividades de contato, com vistas ao reinício do Campeonato Brasileiro, previsto para 09 de agosto. Por uma questão de proximidade com o RS, a praça definida será ao sul do estado de Santa Catarina, no município de Criciúma.

Reiteramos o entendimento de que a decisão do Governo do Rio Grande do Sul é legítima, porém, o Grêmio defende uma conduta de enfrentamento reconhecida pela eficiência de procedimentos que tem mantido a integridade física de seus atletas e colaboradores, respeitando todas as determinações das autoridades públicas e de saúde, mas sobretudo acreditando que o futebol precisa também sobreviver ao momento que é difícil para todos os segmentos da sociedade.

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