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Um resumo dos primeiros pensamentos do Miguel Ángel Ramírez no Inter

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Ricardo Duarte/Inter

Resumo da coletiva de apresentação do Miguel Ramírez no Inter:

  • Voltou a dizer que a torcida colorada vai sentir-se orgulhosa da sua equipe, que vai gostar do que irá ver. Ele não entende o futebol como outra coisa se não um espetáculo. As pessoas pagam para divertir-se, pelo espetáculo. E, claro, para ganhar. Ninguém joga para perder, mas ninguém joga no pátio do colégio para perder, joga sempre para ganhar. E eles vieram aqui para ganhar.
  • Ele já conhece os jogadores do plantel principal e agora tá conhecendo os demais.
  • Quer fazer uma reunião com o diretor-executivo para traçar linhas de ações de cada uma das pessoas no clube. Quer saber o que cada membro tem para fazer. Por exemplo, não tem como ele cuidar da base, quer saber como o responsável da base vai agir.
  • Não sabe se existe uma preparação para chegar em um clube tão grande quanto o Inter. Não sabe se alguém se prepara para isso. Pensa que os anos, as experiências, vão te ajudando a ter ferramentas para ir resolvendo o que acontece. Só que o esporte é sempre o mesmo, a bola é sempre a mesma, independente do clube. Crê que está preparado e crê que a comissão técnica está mais preparada que ele. São profissionais muito bons e preparados para essa aventura.
  • O Inter chegou no momento certo. Antes, outros clubes procuraram, mas o Del Valle pediu para ele ficar até dezembro e ele respeitou isso porque devia tudo a eles. Depois, o Inter chegou com um projeto, mas também chegou com pessoas diferentes. Ele é muito de analisar as pessoas e o Inter tem pessoas diferentes. Acha que aqui tem as pessoas adequadas e um projeto oportuno.
  • Miguel arrancou aplausos das pessoas que estavam na sala de imprensa ao dizer que o “pensamento limitande” é o que fazem não ter coragem suficiente para que jogadores como Lucas Ribeiro, Pedro Henrique, Nonato e Praxedes não joguem porque não tem experiência. Só que se se eles não jogarem, não vão ter experiência. Vale o mesmo para os treinadores.
  • Em seu encontro com Guerrero, ele o avisou que vai jogar segunda-feira. E ele comemorou isso porque é um profissional incrível, todos que trabalharam com ele o elogia por treinar muito bem.
  • Gabriel Neves interessa, acha um grandíssimo jogador. Contou que respirou um pouco quando soube que ele não poderia jogar contra ele na temporada passada.
  • Mas os dirigentes estão trabalhando por reforços e a decisão vai ser conjunta. Ele trabalha em equipe e as contrações serão com o executivo, o gerente de mercado e todos juntos vão definir o perfil e quem contratar. Ele não é do tipo de dizer que quer tal jogador e não abre mão dele.
  • Garantiu que não pediu pro clube contratar um primeiro volante pro lugar do Dourado. A única coisa que foi feita até agora foi analisar o plantel, ver quem está disponível, que estava em negociações e a partir dai montar os treinos para ir conhecendo melhor quem já está por aqui.

    Miguel em sua apresentação no Internacional – Ricardo Duarte/Inter

  • Falou em tentar uma injeção de otimismo e esperança ao grupo que está golpeado pelo que viveram. Tem convicção que a única coisa a fazer é voltar a tentar e tentar. Se a bola bateu na trave ou o gol foi impedido desta vez, tomara que dentro de um ano a bola entre e eles sejam campeões.
  • Ele viu a partida do Inter contra o Barcelona, no Mundial. E, na Espanha, as crianças acompanhavam os jogadores brasileiros. Quando chegava um brasileiro, virava ídolo lá. E agora ele tá aqui e tem a possibilidade de trabalhar com jogadores que podem ser ídolos aqui e no futuro na Espanha.
  • Viu vídeos do Beira-Rio lotado e acha que, quando viver esse momento, vai ser algo único e o fará pensar que valeu a pena vir aqui.
  • Mesmo assim, ele gosta muito de ir pro CT, de treinar, trabalhar. Há muitas coisas que o vazem estar motivados aqui.
  • Sobre a resistência que pode existir ao seu trabalho por ser estrangeiro, contou que é natural de uma ilha (ilhas canárias) que é muito perto da África e lá há muita gente que vai pro seu país buscar uma vida melhor. Só que existem pessoas que criam uma resistência como se eles fossem donos das ilhas. Ele não é assim, se considera um cidadão do mundo.
  • Quando esteve no Catar, aprendeu árabe, tentou fazer o mesmo que os árabes fazia, comer a mesma comida deles. Fez o mesmo no Equador e não vai ser diferente aqui.
  • Gostou muito que todos no clube são muito dedicados, todos o procuram para saber como podem ajudar, do funcionários do staff ao presidente.

Todos os principais dirigentes na apresentação do Internacional – Ricardo Duarte/Inter


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