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O modelo de reforço que o Inter está buscando no mercado

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Ricardo Duarte/Inter

Conversei, fora do ar, com Rodrigo Caetano sobre a possibilidade do Inter contratar o tão falado atacante reserva para o Guerrero.

Descobri que todos os nomes sonhados por Coudet, e tentados por eles, são completamente inviáveis no momento por conta do preço pedido pelos clubes.

E a verdade é que, no momento, não tem nenhum jogador perto de ser contratado. Mais, não tem nem um alvo específico, um jogador que seja o cara certo para a direção. Não é um foco único.


Por isso, a estratégia está sendo a mesma usada nas contratações de Marcos Guilherme e Boschilia. O primeiro teve uma negociação de quase um ano, quase veio em abril de 2019 e foi contratado mesmo em 2020. Já o segundo, demorou mais de 60 dias.

O Boschilia só veio após se inviabilizar com o treinador do time francês pedindo para sair. E a negociação foi conduzia até fazer os valores caberem no orçamento colorado.

Marcos Guilherme custou 1,2 milhão de euros em quatro prestações e Boschilia 1,5 milhão parcelados por três anos. Condições bem aceitáveis.

O mesmo vale agora. O clube tem uma lista com vários possíveis reforços no mercado, mas está aguardando as movimentações acontecerem para conseguir pagar. Seja alguém que vai pre reserva, tá insatisfeito ou consegue liberação.

Em uma conversa de cinco minutos, Rodrigo Caetano falou mais de cinco vezes que não há dinheiro e apontava para o bolso demonstrando que algum jogador terá que ter seu preço diminuído para poder vir.

Ele também citou que, por enquanto, o Thiago Galhardo é o atacante reserva do Guerrero. É o que tem pro momento.

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