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Alguns fatos quase que inacreditáveis que aconteceram em Tolima x Inter

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Ricardo Duarte/Inter

  • A partida começa errada quando D’Alessandro fica no banco e Marcos Guilherme no time titular. Se isso fosse um plano do treinador, uma ideia, ok. Mas o D’Alessandro vai pro banco porque jogou um Gre-Nal de primeiro turno de Gauchão. Que prioridade terrível essa… Perder teu principal jogador na Libertadores por um jogo de Gauchão.
  • Musto é um jogador a menos no time. Ele fica o tempo todo atrás dos zagueiros. A verdade é que, com a bola, o Inter joga num 3-5-2. O Musto é um a menos no meio. Ele é zagueiro. Um volante como zagueiro. Mas, pra ser justo, evoluiu. Não tomou cartão. Segue pendurado. Se levar no Beira-Rio, terá que cumprir numa hipotética fase de grupos.
  • Os passes que o Bruno Fuchs deu, o Moledo também dava. Se essa é a saída de bola dele, o Moledo faz isso e ainda é mais zagueiro na parte defensiva. Não é plausível essa titularidade. Não tá se explicando.
  • Nós já nos acostumamos com volantes que armam o jogo. Isso voltou a ser tendência há algum tempo. Só que agora Coudet está propondo os zagueiros armadores. O Inter arma com os zagueiros. Eles são os pensadores do time. Essa está sendo uma das principais mudanças do time até o momento.
  • Alguém tem que avisar o Coudet que dá para fazer três trocas. Mais uma vez o cara não faz mudanças. Tirou apenas o Marcos Guilherme e colocou o D’Alessandro. Mesmo com uma atuação terrível, deixou o mesmo time em campo. No Gre-Nal, explicou que não tinha o porquê mudar se estava melhor. Só que ele não pode ter visto o Inter melhor desta vez.

Coudet fez apenas uma troca, tirou Marcos Guilherme e colocou o D’Alessandro – Ricardo Duarte/Inter

  • Lindoso e Guerrero foram abaixo da critica. De novo, diga-se. Lindoso tá perdido. Ele é, de fato, um primeiro volante. Só que um primeiro volante que deveria sair pro jogo, precisa ser o que ele não sabe fazer.
  • Já o Guerrero apanhou dos caras do Tolima e apanhou da bola. No caso dele, não dá pra chamar de noite infeliz. Por enquanto, todos os jogos dele foram infelizes.
  • Coudet joga apostando no apoio dos laterais. Rodinei fez o que vem fazendo até agora. E Uendel foi o que estávamos vendo no ano passado.
  • Edenilson era lateral, virou volante. Agora, virou atacante. Ele passa mais tempo dentro da grande área do que qualquer outro jogador. Teve até bola cruzada pra ele fazer de cabeça. Um cara de 1,75cm que sequer tem essa cacoete.
  • Marcos Guilherme apanhou da bola. Mas dava pena. Ele corria para marcar sob pressão, mas esqueceu de combinar com os outros. Só ele ia. O Guerrero sequer tinha pernas para acompanhar na pressão.
  • Os únicos que se salvaram foram: Cuesta, Boschilia e D’Alessandro. E olha lá. Todos com atuações médias. Nada demais.
  • Antes do jogo, Rodrigo Caetano disse pro Zé Alberto, da Gaúcha, que eles transformaram o jogo contra a Universidad de alto risco pelo empate no Chile. Como foi o mesmo resultado, a frase segue valendo. O Tolima é ruim, mas, segundo a lógica da direção do Inter, o jogo é de alto risco.

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