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Maicon, do Grêmio, entra na justiça contra o São Paulo

Publicado

em

Lucas Uebel/Grêmio

O capitão Maicon, do Grêmio, está na justiça contra o seu ex-clube, o São Paulo. Ele jogou 4 anos lá.

Ele cobra R$ 1,5 milhões por direitos de Arena, horas extras, feriados trabalhados e diretos trabalhistas normais de todo trabalhador.

Em janeiro agora teremos a primeira audiência do embate entre Maicon x São Paulo.


Pra quem não sabe, direito de Arena é o valor que tem que ser pago pelos clubes que usam a imagem dos jogadores em eventos pagos ou exploram a imagem deles em programas televisivos.

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9 comentários

9 Comments

  1. EDUARDO SVERSSON

    21 de dezembro de 2017 at 15:21

    CAPITAO DESUMANO DEVERIA DEVOLVER MEIO ANO DE SALÁRIO PRO GRÊMIO ENTÃO, JÁ QUE ESTÁ SEM JOGAR.
    CARA OTÁRIO DEMAIS!

    • João Batista Filho

      21 de dezembro de 2017 at 15:41

      Não concordo com sua afirmação, Eduardo. Ele teve uma lesão séria. Isso pode acontecer. O Maicon é um grande símbolo do novo momento do clube. Ele liderou o vestiário.

      • EDUARDO SVERSSON

        22 de dezembro de 2017 at 11:07

        CLARO QUE É UMA IRONIA JOÃO, MAS COBRAR HORAS EXTRAS DA CONCENTRAÇÃO? ONDE OS CARAS FICAM NA PISCINA, NA SALA DE JOGOS JOGANDO BILHAR, EM HOTÉIS 5 ESTRELAS TENDO DO BOM E DO MELHOR?
        POR FAVOR, MAS VÁ CARPIR UM LOTE SR. MAICON!

  2. Juarez

    21 de dezembro de 2017 at 01:30

    JB, miller bolanos e lincoln voltam agora para o Grêmio ou na metade de 2018?

    • João Batista Filho

      21 de dezembro de 2017 at 08:02

      Só na metade do ano, Juarez. Miller terá que ser comprado, inclusive.

  3. Ricardo

    20 de dezembro de 2017 at 23:16

    Enquanto as leis forem tratadas dessa forma, vai ser isso aí. O trabalhador tem que ser responsabilizado por suas atitudes também e tem que indenizar a empresa também quando faz merda….

  4. 1-2

    20 de dezembro de 2017 at 22:18

    Detalhe que os jogadores querem receber o que os verdadeiros brasileiros trabalhadores têm direito, ok. Mas vejam só: se eles se machucam e ficam afastados por mais de 15 dias, eles não querem ter o contrato interrompido e ir pra fila do INSS pra fazer perícia e receber a mixaria (em comparação com o salário deles) como todo trabalhador CLT tem que fazer.

    ô racinha desgraçada, viu?

  5. 1-2

    20 de dezembro de 2017 at 22:15

    Cobrar hora extra por ficar na concentração… pqp hein. Ô coisa de brasileiro.

  6. João Feijó

    20 de dezembro de 2017 at 21:54

    fiquei preocupado

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