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Lateral na Argentina volta a ser falado e contratos começam a ser resolvidos no Grêmio

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  • O Grêmio está mexendo bastante nos bastidores — e quando tu junta mercado, contratos e dinheiro, dificilmente a situação fica simples.
  • Começando por um nome que voltou com força: Gastón Martirena. Não é novidade, o Grêmio já tentou antes, chegou a sinalizar proposta na casa dos 3 milhões de dólares, mas não fechou. Agora o cenário mudou. Ele perdeu espaço no Racing, deixou de ser titular absoluto e isso reabre a porta. Internamente, a leitura é clara: se o preço baixar ou as condições forem mais acessíveis na parada da Copa, o Grêmio vai tentar de novo. E tem um ponto importante — o técnico Luís Castro quer um lateral direito titular. Hoje, o setor ainda é visto como carente.
  • Ao mesmo tempo, o clube trabalha com situações internas que estão longe de definição. O caso do Arthur é o principal. Não há avanço concreto agora, e a tendência é que qualquer definição fique para a parada da Copa. Existe um alinhamento: o Grêmio quer, o jogador quer ficar e a Juventus não deve utilizá-lo. O problema é financeiro. Arthur tem valores altos a receber na Europa e, para viabilizar a permanência, provavelmente vai ter que abrir mão de uma parte considerável disso. A negociação passa muito mais por esse ajuste do que por vontade das partes.
  • Outro ponto que gerou barulho, mas que internamente é tratado com mais calma, é a renovação do Amuzu. Surgiu a informação de um pedido alto, na casa de R$ 1,5 milhão por mês. O que o clube diz? Não chegou nada nesses termos. Existe, sim, o interesse na renovação, o jogador também sinaliza que quer ficar, mas os valores ainda estão em discussão. E aí entra algo básico de mercado: começa alto, negocia, ajusta. Não é um impasse definitivo, é negociação em andamento.
  • Na mesma linha, o Carlos Vinícius deve renovar. A ideia é estender o vínculo até 2028 com valorização salarial. Ele virou peça importante e hoje está abaixo de outros nomes do elenco em termos de salário. O clube entende que precisa corrigir isso para manter o jogador.
  • E aí entra o caso mais nebuloso de todos: Martin Braithwaite. Existe renovação, existe aumento e existe muita divergência de informação. O que parece mais plausível é o seguinte: não é só salário. O contrato envolve luvas, valores atrasados e uma repactuação feita na renovação. Ou seja, o custo mensal sobe porque o clube está pagando agora o que ficou para trás. Do lado do jogador, a versão é de que os números divulgados são exagerados. Do lado do clube, ninguém confirma nem nega. Resultado: um cenário pouco transparente e difícil de cravar com exatidão.
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