Grêmio
Em programa de TV, presidente Romildo manda recado para a torcida não cobrar loucuras no Grêmio
O presidente Romildo esteve participando do programa Pampa Debates, da TV Pampa, falando sobre várias coisas do Grêmio. Aqui um resumo:
- O Grêmio vai terminar mais um ano no positivo. Sua situação financeira está bem administrada. Até setembro, entre tudo que entrou de grana e tudo que eles gastaram nesta temporada, eles já estavam com R$ 21 milhões no positivo. De superavit. Mesmo assim, por uma questão de fluxo de caixa, tiveram que pegar R$ 10 milhões de empréstimo no Banrisul paga pagar algumas contas do mês. Nada demais.
- Após uma demora gigantesca da Caixa, Grêmio e OAS estão na reta final de um acerto entre eles. Romildo elogia que a prefeitura ajudou bastante e o clube caminha para conseguir homologar um acordo que vai ficar bom para todo mundo. O presidente não falou isso com todas as letras, mas deu a entender que o Grêmio é que deve bancar estas obras. Só falta o Ministério Público aprovar. Depois da aprovação dele, é só formalizar no processo que corre na justiça que estará finalizada a operação. Dá pra fazer ainda neste ano de 2019. Este é o prazo.
- O Grêmio é muito convicto em querer a renovação do Renato porque eles olham para o mercado e não veem nenhum treinador medalhão interessante. Olham os técnicos emergentes e veem apostas. E é um risco alto apostar. Então, a convicção é que Renato segue como treinador. E ele já acenou que quer permanecer.
- A divisão das receitas na TV aberta está justa, mas os valores pagos no Pay-Per-View acabam deixando a distância pro Flamengo muito alta.

Romildo pediu pra torcida não cobrar gastos acima do que o Grêmio pode pagar
- Pedido dele: “Não nos cobrem irresponsabilidades de condução do Grêmio. Não nos cobrem nada além do que podemos fazer.”
- Acha que a maior frustração do ano foi não jogar a final da Copa do Brasil. A vantagem era grande e eles não passaram. E o prejuízo financeiro foi bem importante.
- Na Libertadores, o que doeu não foi a desclassificação, mas o que chamou de “indignidade da desclassificação”. Perder daquela forma é o que ele lamenta.
- Prometeu fazer correções para o próximo ano, mas pediu que a torcida não espere que “pra fazer uma vitória seja necessário gastar o que não se pode gastar”.
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