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O que o Grêmio quer da Conmebol após ter sido “roubado” na Arena

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Evandro Leal/Conmebol

O presidente Romildo fará o mesmo que fez com Héber Roberto Lópes antes do jogo contra o Corinthians, em São Paulo.

A missão é colocar uma pressão absurda nos árbitros para condicioná-los pro segundo jogo da grande final.

Ficou claro que o Grêmio foi “roubado” na Arena. O chileno Julio Bascuñan não deu dois pênaltis e ainda meteu um cartão amarelo escandaloso que tirou Kannemann da decisão.


Não tem como acusar que o cara é desonesto, é preciso ter provas pra isso. Mas quando diz que o campeonato está sob suspeição, que vai na Conmebol formalizar um protesto e dizer que saí da Arena se sentindo roubado, Romildo tá é metendo pressão no cara que vai apitar no jogo da volta.

Agora, o camarada escolhido pela Conmebol vai pensar 58 vezes antes de apitar alguma que vai ‘prejudicar’ o Tricolor.

A tática é antiga, mas funciona.

Os membros da Conmebol pensam que isso faz parte do jogo. O Grêmio tá no seu direito de reclamar. Usar a imprensa pra isso. Por óbvio, ninguém na entidade confirma um suposto favorecimento do Lanús. Na versão deles, não existe essa história de que eles tem poder na entidade paraguaia.

Vamos combinar, o Lanús é um time de bairro de Buenos Aires. Tem um baita time, mas não é poderoso nos bastidores.

O que aconteceu foi que o árbitro garfeou o Grêmio. Agora, a direção vai pra cima de todo mundo pra que esses erros sejam reparados dia 29, na Argentina.

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