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Yuri arrebenta, Taison e Patrick vão bem e Inter atropela a Chape na volta da torcida pro Beira-Rio

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Ricardo Duarte/Inter

  • Toda a análise precisa levar em conta que a Chape é um time que dá pena de jogar. Tanto que o Moisés Ribeiro, volante deles que é até irmão do Lucas Ribero, por sinal, saiu de campo desabafando que tá tudo muito errado por lá. Isso jamais vai tirar a importância dessa goleada, mas é preciso avaliar que foi com um adversário muito enfraquecido, ok?
  • Dito isso, o começo de partida lembrou o time do Aguirre de 2015. Uma avalanche vermelha indo com tudo pro ataque. Patrick roubando bola, Maurício arriscando chute com um minuto, os caras brigando pelo rebote e o Yuri fazendo o primeiro.
  • E, apesar da vitória, nada de ficar atrás. Patrick cruza e Taison aproveita e marca o dele. Aliás, o Taison fez a jogada do terceiro gol também. Depois do Yuri Alberto, ele foi o melhor em campo.
  • Patrick merece ser lembrado. O cara foi vaiado na escalação. E participou ativamente das jogadas dos primeiros gols. Foi o terceiro melhor na minha visão.
  • Tá, óbvio que o cara do jogo foi o Yuri. Centroavante diferenciado. E nem todos os gols foram fáceis. O primeiro é totalmente sem ângulo, mostrando oportunismo e se contorcendo pra chutar desajeitado. Depois, recebeu uma bola do Taison que domina ajeitando e ainda tirando do zagueiro. Que baita partida. Ninguém tem dúvidas que ele é diferente. Só precisa ser um pouco mais constante, fazer isso mais vezes.

Primeiro jogo do Taison na volta ao Inter – Ricardo Duarte/Inter

  • A partir dai já não tinha mais competição. Era só esperar o tempo passar. Ainda deu tempo do Yuri marcar o terceiro dele e o quarto dele, que foi anulado porque o Cuesta fez falta no começo da jogada.
  • Tanto, que o Aguirre aproveitou para fazer mudanças no intervalo. Cadorini entrou e, no primeiro toque na bola, fez o quinto. Em jogada de centroavante que ele é. Cabeceou pra baixo, matando o goleiro.
  • Vendo isso, Aguirre fez testes colocou Boschilia de volante, Gustavo Maia entrou pra ganhar ritmo já que foi sua segunda partida apenas e depois até o Paulo Victor entrou na do Patrick, num claro teste pensando no futuro.
  • Destes que entraram, Heitor foi o melhor. Bom, posso ser suspeito, mas não vejo grande prejuízo em Heitor na do Saravia. É, no mínimo, muito parecido.
  • Quem não entrou legal foi o Gustavo Maia. Diferente da outra vez, nessa ele estava meio perdido. Penso até que o Aguirre colocou o PV e jogou ele pro meio por isso. Nada que assuste, foi só a segunda partida profissional da vida dele.
  • A lamentar os dois gols da Chape. Do Mike, que jogou aqui, foi a lei do ex. Só que não precisava. Óbvio que não muda muita coisa, mas o Daniel estava muito chateado na hora e até o Taison disse na saída do jogo que não dava pra ter desconcentrado. Enfim, não vejo grande problema. É mais pela simbologia, porque a goleada em si se explica.
  • O Inter subiu pra sétima colocação, só que o Corinthians é sexto com um ponto a mais apenas e uma partida a mais também. Portanto, dá pra melhorar e ficar mais perto da zona de classificação direta pra Libertadores. Esse é o campeonato possível agora.

Matheus Cadorini fez seu primeiro gol com a camisa do Inter – Ricardo Duarte/Inter

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