Inter
Ouvir bastante coisa, o maior culpado, Maurício foi por água abaixo, faísca se apagou e ele vai “baixar as linhas”
Resumo do que Mano disse na coletiva após a derrota para o Athletico:
- Tem certeza que eles tem que ouvir bastante coisa depois de perder por 2 x 0, em casa, da maneira que perdeu.
- O torcedor tem razão porque as coisas começam a se repetir. Acha que, novamente, fizeram um bom primeiro tempo. Criaram oportunidades, chutaram duas bolas no poste e tiveram dificuldade em botar a bola na rede em momentos em que está bem. E o que se repete é que não faz e o adversário vai lá e aproveita.
- No segundo tempo, o Inter já não foi igual e o Athletico melhorou com as duas trocas. Entre outras coisas, Alan Patrick teve que recuar muito para marcar e ficava longe do gol.
- O Inter entrega com facilidade o gol, não consegue se sustentar. O Athletico, no primeiro tempo, estava inferior e conseguiu se sustentar. Ao seu ver, eles ofereceram muitas facilidades nos dois gols.
- Eles precisam ser mais equilibrados nos dois tempos, tem que ser mais maduros, precisam entregar menos a bola para o adversário. Agora, precisará usar toda a experiência dos jogadores para passar por esse momento.
- Acredita que, neste momento, de um ambiente mais pesado, jogar fora de casa é um alento para equipe.
- O maior culpado sempre é o treinador. Ele tá trabalhando para que as coisas funcionem.
- Garantiu que os jogadores estão entendendo o que ele pede e estão aceitando tudo que ele pede. O problema, a dificuldade, está na execução do que tá sendo pedido. E não estão conseguindo fazer as coisas por conta do momento. Agora, tudo que tem que fazer é ter frieza e trabalhar ainda mais.
- Está querendo preservar jogadores, mas não está conseguindo.
- Iria começar com Maurício, treinou isso ontem, mas caiu por água abaixo. Com isso, optou por colocar uma equipe que já tinha atuado para sair jogando.
- Quando falou que não tinha respostas para tudo, era por lances como o gol do Athletico, os jogadores sabem o que fazer, fizeram a marcação em outros momentos, mas naquele lance, ficam lá atrás e deram espaço. Não tem outra explicação a não ser ter atenção, ter concentração no que está fazendo.
- No jogo contra o CSA, achou que era um sinal que as coisas estavam mudando. Seria uma faísca que ascenderia a equipe, mas passou e não aproveitaram aquele momento. O gol do Nacional apagou a faísca que estava vindo. Agora, terão que ter humildade para retomar tudo de novo.
- Claro que acredita que tem condições de reverter. Se não acreditasse, seria o primeiro a falar isso para o presidente.
- Ouviu de várias pessoas que viram o Inter jogar e elas dizem que “tá faltando um pouquinho” E acha que é isso mesmo. Quando se olha o final do jogo contra o Athletico, parece que eles foram muito superiores. E não foram.
- Agora, tem que parar imediatamente de perder. Já perderam duas seguidas. Tem que estancar a série de derrotas para depois melhorar.
- Nunca falou que iria reforçar o defesa, ele falou em ter um comportamento diferente em campo. Pode ser até com os mesmos jogadores. Pode baixar as linhas e tirar vantagem das características dos jogadores que tem. Pedro Henrique e Wanderson são bons no contra-ataque. Eles precisam de espaço para trabalhar em velocidade. O próprio Luiz Adriano, que foi melhor neste jogo, não é lento.
-
Grêmio1 semana atrásO discurso fortíssimo e o protagonismo que Carlos Vinícius assumiu após o jogo no Mineirão
-
Grêmio1 semana atrásAs explicações e mudanças que Luís Castro confirmou na sua coletiva
-
Grêmio1 semana atrásLateral na Argentina volta a ser falado e contratos começam a ser resolvidos no Grêmio
-
Inter1 semana atrásA coisa mais inacreditável que aconteceu com o Inter neste final de semana!
-
Inter1 semana atrásAs palavras sinceras do Pezzolano após mais uma derrota do Inter no Beira-Rio
-
Grêmio1 semana atrásO bastidor que se fala de Nardoni, Tiaguinho e Willian no Grêmio
-
Grêmio1 semana atrásCarlos Vinícius virou o símbolo do que fizeram com o Grêmio
-
Inter1 semana atrásA polêmica de R$ 110 milhões no Inter, o investimento de R$ 5 milhões e o negócio com jogador