Inter
O centroavante português na mira, o argentino que pensa em sair e o ponta que querem contratar
- Começando por uma possível movimentação no ataque. O nome da vez é o Ronaldo Tavares, centroavante português que vem se destacando no Athletic, de Minas Gerais. Os números chamam atenção: gols, presença física (1,94m) e um perfil que o clube entende como oportunidade de mercado. Internamente, a leitura é bem clara — tentar repetir um modelo que já deu certo no passado, como foi com o Alemão: investimento baixo, valorização rápida e venda futura com lucro.
- Só que, diferente daquele cenário, aqui o custo já não é tão baixo assim. O valor gira na casa de 1,5 milhão de euros, algo próximo de R$ 9 milhões. Não é uma aposta barata. E tem concorrência: o Atlético-MG também monitora a situação. Ou seja, não é só “achar” o jogador, é conseguir viabilizar o negócio dentro de um contexto financeiro que ainda é apertado.
- E esse contexto explica outros movimentos — ou possíveis movimentos — dentro do elenco.
- Um deles envolve o Alan Rodríguez. O volante não está confortável com a situação atual. Quer jogar mais, quer ter minutos, e isso já começa a gerar incômodo real. Não é aquele caso de jogador acomodado com contrato alto. Pelo contrário: o perfil dele é de quem não aceita ficar no banco por muito tempo. Se o cenário não mudar, a tendência é que ele comece a buscar saída — talvez já na próxima janela, no máximo até o fim da temporada.
- E aí entra um problema clássico: o Inter investiu pesado nele. Foi uma contratação relevante, com expectativa alta, mas que acabou sendo travada por lesões e perda de espaço. Ou seja, existe o risco de não conseguir recuperar esportivamente — e nem financeiramente — esse investimento.
- Paralelamente, o clube também observa o mercado pensando em reposições e ajustes de elenco. Existe a ideia de buscar um jogador com características parecidas às do Carbonero — um atacante de velocidade, lado de campo, capacidade de desequilíbrio. E isso abre algumas leituras importantes.
- A primeira é de mercado: o Inter enxerga no Carbonero um ativo com potencial de venda e pode estar se antecipando a uma possível saída. A segunda é técnica: o elenco hoje não oferece tantas opções com esse perfil, o que acaba forçando improvisações, como já aconteceu em alguns jogos. E a terceira é mais direta: alguns jogadores que chegaram ainda não entregaram o esperado, e isso naturalmente gera busca por alternativas.
- No meio disso tudo, aparece também a situação do Ramon — e aqui talvez esteja um dos exemplos mais claros de como o Inter tenta minimizar prejuízos.
- O lateral não conseguiu se firmar no clube, mas vem tendo bom desempenho no Vitória. E o contrato de empréstimo já previa uma obrigação de compra. Ou seja, não é uma negociação em aberto: o Vitória vai ter que pagar cerca de R$ 5 milhões ao final do vínculo.
- O problema é que o Inter investiu praticamente o dobro para contratá-lo. Na prática, é uma operação para reduzir dano. Não recupera o valor investido, mas evita um prejuízo ainda maior mantendo um jogador sem utilização.
- E, no fim, tudo isso se conecta.
- O Inter olha o mercado tentando encontrar oportunidades como a do Ronaldo, mas precisa lidar com investimentos que não deram retorno imediato, como Alan Rodríguez e Ramon. Ao mesmo tempo, monitora possíveis vendas e já pensa em reposições antes mesmo delas acontecerem.
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