Inter
A polêmica de R$ 110 milhões no Inter, o investimento de R$ 5 milhões e o negócio com jogador
- O Inter vive um momento em que o problema principal não está dentro de campo — está nas contas. E isso começa a pressionar o clube de forma bem concreta.
- Existe um risco real de atraso na divulgação do balanço financeiro, algo que deveria acontecer até o fim de abril, seguindo as regras da Lei Geral do Esporte. E o motivo é uma pendência grande que vem lá de trás.
- Em 2023, o Sport Club Internacional registrou a venda de 20% dos direitos de TV por um valor alto, o que gerou aquele superávit gigantesco no papel. Só que, na prática, essa operação não se confirmou como previsto. Parte foi desfeita, parte virou outra negociação — e hoje o clube precisa refazer essa conta.
- O problema é simples de entender: um dinheiro que apareceu no balanço, na prática, não entrou como deveria. E agora precisa ser ajustado. Quando isso acontecer, a tendência é que o resultado vire um prejuízo alto, possivelmente acima de R$ 100 milhões. Não muda o caixa do dia a dia, mas muda — e muito — a leitura pública da gestão.
- Enquanto isso, fora do campo financeiro, tem uma movimentação interessante no CT. O Tinga apareceu como peça importante para tentar viabilizar melhorias estruturais. A ideia é clara: o clube tem os projetos, mas não tem o dinheiro.
- O plano inicial gira em torno de cerca de R$ 5 milhões para ampliar a estrutura, principalmente academia e área de recuperação. Hoje, a limitação é básica — espaço físico pequeno para a quantidade de jogadores. A proposta é modernizar isso numa primeira fase e, depois, avançar para algo maior, até com estrutura de concentração no próprio CT.
- E aí entra o Tinga: buscar investidores para tirar esses projetos do papel. O Inter entra com a ideia, parceiros entram com o recurso.
- Dentro de campo, a situação do Thiago Maia começa a ganhar um caminho mais claro. O clube está otimista pela renovação. Não só pelo desempenho recente, que melhorou dentro do modelo do técnico, mas também por uma questão estratégica.
- Hoje, o Inter vê o jogador como um ativo: alguém que pode render em campo e eventualmente gerar retorno financeiro no futuro. E tem um detalhe importante — a dívida com o Flamengo já foi resolvida, o que muda completamente o cenário. Antes havia pressão para recuperar investimento, agora não mais.
- No meio disso, existe uma reformulação silenciosa acontecendo na folha salarial. Cinco jogadores têm contrato acabando, e a saída deles poderia liberar algo na casa de mais de R$ 20 milhões por ano. Com a provável permanência do Thiago Maia, ainda assim sobra espaço relevante para ajustes.
- O resumo do Inter hoje passa por isso: um clube que tenta organizar o passado financeiro, busca alternativas para crescer estruturalmente e, ao mesmo tempo, vai ajustando o elenco com mais critério.
- Dentro de campo, o time começa a dar sinais. Fora dele, ainda tem contas importantes para fechar.
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