Inter
Mano tem dúvida sobre contratar centroavante, pedido para torcida e preocupação com Taison
Resumo da coletiva do Mano após o jogo contra o 9 de Outubre:
- Vitórias como essa da Sul-Americana ajudam muito uma equipe a se afirmar, a ganhar a confiança, o torcedor começa a confiar mais na equipe. No primeiro tempo, o time teve algum tipo de resquício do passado. Alguns fantasmas voltaram. O torcedor começou a passar ansiedade para equipe e a partir dai os jogadores passaram a fazer coisas que não estavam corretas. Por isso, usou o intervalo todo apenas para recolocar as coisas no lugar.
- Questionado sobre o fato de não sair gols dos atacantes, respondeu que não tem preferência por quem vai marcar o gol. Desde que seja um jogador de vermelho, tudo bem.
- Antes do jogo, lhe perguntavam se a equipe tinha que ser mais ofensiva e criar mais. Sua resposta é que não tinha que criar mais, só tinha que ter um aproveitamento melhor com o nível de atuação que está tendo.
- Não sabe se vai precisar contratar um reforço pro ataque quando a janela estiver novamente aberta. Julho é muito longe. Então, não sabe o que vai pensar quando a janela reabrir.
- Hoje, com o que tem na mão, pensa que é preciso juntar mais gente com o David porque ele não é um jogador de área. Tem que fazer uma construção diferente quando ele está, tem que aproximar mais. Quando o Cadorini entra, é diferente, tem que ter mais jogadas de linha de fundo, cruzar para tirar o melhor dele.
- Quando se passa para as oitavas, um clube do tamanho do Inter tira das suas costas o peso do fracasso. A partir de agora, é 50% de chance para cada lado e quem tiver mais farinha no saco vai passar.
- Falou que o torcedor precisa entender que ele é parte importante na confiança que a equipe precisa ter. Tem que entender que, em determinados jogos, não vão estar bem. E ai sim é que o time vai depender da torcida pra empurrar.
- A preocupação do momento com Taison era não correr o risco de perdê-lo, como já aconteceu tantas vezes nessa temporada. Ele sabe como funcionam as coisas. O clube contrata um jogador com grande história, ele lesiona, as coisas começam a não andar bem e ai tu apressa tudo e coloca ele de qualquer jeito no campo. E isso não pode acontecer porque a lesão vai voltar. Agora, a estratégia é dosar e só colocá-lo aos poucos. Ele entrou e entrou bem. Elogiou que é um atleta que a bola não queima no pé naqueles momentos importantes de construção.
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