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Inter precisa resolver questão contratual com Rodrigo Dourado

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Ricardo Duarte/Inter

O Inter recusou proposta de 8 milhões de euros (R$ 33 milhões) na janela passada pelo Rodrigo Dourado. A direção diz que o preço dele é 10 milhões de euros (R$ 42 milhões). O Colorado tem 80% dele. Ficaria com 8 milhões de euros limpos.

Só que o contrato vai só até o final de 2020. Se clubes interessados como CSKA e Galatasaray não chegarem nos valores pedidos nesta janela, Dourado iria pelo menos até janeiro sem ser vendido.

E em janeiro de 2020 o capitão colorado terá apenas mais 12 meses de vínculo. Na metade do próximo ano, ele poderá assinar pré-contrato. Eu sei que pode parecer longe, mas não é. Não pro futebol.


Dourado está desde os 12 anos no Inter, morou no Beira-Rio literalmente. Ele quer viver novas experiências, como todo jogador da sua qualidade, quer conhecer um futebol diferente.

E há sim a possibilidade dele não renovar e sair de graça no final de 2020. Vai estar com 26 anos e teria sim espaço em algum destes clubes europeus que citei.

O problema é que sairia de graça, sem render dinheiro ao Inter. Mas não seria por culpa dele. Afinal, teve propostas e o Inter é que não quis. Priorizou o desempenho dele em campo.

O que é justo, mas o clube corre este risco. E o atleta cumpriu o que prometeu. Não tem nada errado.

E a questão nem é grana. Rodrigo ganha muito, muito bem no Inter. O salário tá indo pra R$ 350 mil nesta reta final de contrato. O que complica até uma renovação. Não tem muito espaço para aumentar. O teto é de R$ 400 mil. A única exceção, que ganha bem mais, é Guerrero.

Mesmo assim, eu repito, o problema não é grana. É a experiencia de vida mesmo. O jogador sabe que tá na hora de viver coisas novas.

 

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