Inter
Edenilson dá resposta perfeita, Wanderson e De Pena rivalizam e só Alemão ainda não voltou a ser quem era!
- Finalmente, uma boa atuação combinada com vitória. Nos últimos jogos, o Inter até fazia um bom jogo, mas não vencia. E todos nós sabemos que é preciso aliar as duas coisas. Dessa vez, aconteceu. Foi um time seguro e soberano em campo, que fez os dois gols que precisava pra vencer a partida. O único detalhe foi faltar o terceiro gol. Eles produziram pra isso. Mereciam um gol a mais para fazer saldo.
- Mano apostou em Maurício na vaga do Alan Patrick. E fez muito bem. O novo jeito de jogar tá pegando forma, com um tripé na meia e dois caras no ataque. Tu tens meias que marcam e sabem jogar. De quebra, ainda tem dois atacantes, não fica aquela coisa do centroavante isolado, sozinho, na frente.
- E, assim, deu pra ver um time com muita variação de jogadas. Entrando no ataque pelos dois lados. Tinha jogada pela esquerda e pela direita. Até pouco tempo, era só no lado esquerdo. Agora, parece que corrigiu.
- Fora isso, tem repertório, tu nota que não é uma bola indo de qualquer jeito. Há uma coerência, uma sincronia de movimentos. Isso é o treinador trabalhando.

Ricardo Duarte/Inter
- O melhor em campo precisa ser Edenilson. Pelos dois gols, pela movimentação e pelo simbolismo de ter feito uma grande atuação após toda a situação delicada contra o Corinthians. Ele merecia isso. Pelo jogador que é, pelo ser humano que é. Jogou muito. E não foi somente pelo gol. No final do segundo tempo, lá estava ele correndo como um doido pra lá e pra cá. Não sei como alguém consegue não gostar do futebol do Edenilson. Foi a reposta perfeita pra polêmica do final de semana e pra quem o corneta com frerquência.
- Depois, tô numa dúvida cruel entre Wanderson e De Pena. É uma disputa apertada, mas por uma vantagem mínima, vou dar o posto de segundo melhor em campo pro Wanderson. Jogou demais. Só que o De Pena também foi brilhante no meio. Acredito que ele é o cara que sustenta o jogo na meia. Mesmo atuando mais pelo lado, o De Pena é o ponto de equilíbrio do time. Que dupla o Inter encontrou. Que dupla.
- Ah, gostei do Maurício, tá? Achei ele bem nessa função de meia, na que era do Alan Patrick. Não curto o Maurício como ponta. Ele é mais meia centralizado. Jogou na sua e, pra mim, teve muito destaque também. Eu vejo no Maurício um meia e não um ponta.
- Outro ponto positivo foi a entrada do Estêvão. Mano, claramente, tá tentando dar confiança pra ele. E, nesse jogo, já foi outro jogador. Com 2 x 0, o meia jogou seu futebol. Quase fez um gol, fez um drible de futsal, puxou contra-ataques. É isso. A torcida errou com ele quando o vaio no Beira-Rio. Que bom que tá se recuperando. E espero que quem o vaiou reflita sobre o que fez e se isso, de fato, ajudou o Inter.
- O Alemão foi que não entrou tão bem. Teve 24 minutos para fazer o seu gol e não conseguiu. Se bem que a gente se acostumou mal. É meio lógico que ele não vai marcar todo jogo. Porém, pra quem é a primeira opção do Mano, é preciso entregar mais.

Ricardo Duarte/Inter
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