Inter
A posição definitiva sobre dois grandes nomes que vazaram e a negociação feita em solo africano pelo Inter
Começando por Alexis Sánchez. O chileno de 37 anos, com passagens por FC Barcelona, Arsenal FC e Manchester United, voltou a ser ligado ao Inter após publicação de portal espanhol. A informação dava conta de um possível acerto para atuar no Beira-Rio, com salário na casa de 500 a 600 mil reais mensais.
O empresário André Cury, que representa o jogador no Brasil, é figura conhecida no mercado — embora exista desgaste antigo com a direção colorada por pendências financeiras envolvendo outros negócios.
Mas a resposta que vem de dentro do Beira-Rio é muito forte: não há negociação. Pessoas da alta cúpula tratam a possibilidade como “loucura”. A negativa é enfática. O nome surgiu, repercutiu, mas a direção garante que não existe absolutamente nada em andamento.
Saindo do ataque e indo para a zaga: o Inter quer reforçar o sistema defensivo, especialmente pelo lado esquerdo. Um dos nomes que apareceu foi o de Lucas Fasson, zagueiro canhoto de 24 anos que atua no Lokomotiv Moscow. O contrato dele se aproxima do fim, o que permite pré-contrato, e o Inter monitora. Há concorrência, inclusive de clubes brasileiros.
Já o nome de Diego Carlos também circulou. O defensor pertence Fenerbahçe e está emprestado ao Como 1907, da Itália. Apesar da repercussão, novamente a direção nega com veemência qualquer negociação. Internamente, o discurso é de que não procede.
O perfil buscado é claro: zagueiro brasileiro, com experiência europeia, que possa atuar pelo lado esquerdo — mesmo sendo destro — e que não esteja fora da realidade financeira do clube. Hoje o elenco conta com nomes como Gabriel Mercado e Félix Torres de um lado, enquanto outras opções ainda buscam afirmação pelo setor esquerdo.
E para fechar, uma movimentação importante envolvendo Denis Marfo. O jogador, que chegou inicialmente como zagueiro e passou a atuar mais como primeiro volante, teve lesão que atrapalhou sua avaliação no Gauchão. O Inter tinha cláusula de compra, mas optou por não exercer agora. Em vez disso, renegociou com o clube de origem e prorrogou o empréstimo até o início de 2027.
A ideia é dar mais tempo de observação. Caso o desempenho convença, o Inter poderá adquirir 50% dos direitos por cerca de 3 milhões de reais. Movimento estratégico: mantém o atleta no radar, dilui risco financeiro e ganha tempo para avaliação técnica.
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