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Vice do Grêmio confirma uma informação sobre a compra da Arena

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Em entrevista na Rádio Bandeirantes, Cláudio Oderich, vice-presidente do Grêmio, falou algo bem interessante sobre a compra da gestão da Arena.

Ele começou explicando que, nos últimos anos, o Grêmio foi obrigado a aprender como viver sem a renda dos jogos porque a renda dos jogos pertence totalmente a Arena. Isso acaba gerando um impacto menor no caixa agora. Afinal, todos os outros clubes brasileiros sobrevivem também da renda de partidas e só agora estão sem elas. O Grêmio já vivia sem. Então, isso não é novidade.

Mais, confirmou uma situação que há um tempo eu já sabia de bastidores, que é: os dirigentes tem dúvidas se, neste momento, seria bom ou não comprar a Arena. Se for pensar apenas no lado financeiro da coisa, talvez não seja uma boa estratégia.


Porém, não dá pra pensar só na questão econômica desta compra e sim em tudo que precisa ser feito como melhoria. Afinal, a OAS deveria ter feito obras de melhorias no bairro que jamais foram cumpridas. O Grêmio assumindo poderia melhorar o entorno e daria mais comodidade até pro seu torcedor chegar no estádio.

Ou seja, resolver a compra não é só grana, é ajudar os gremistas também.

Pra gente ter noção, um dos estudos aponta que custa R$ 900 mil por mês para manter os custos fixos do estádio. Coisas como água, luz, telefone, funcionários, enfim.

E não para por ai…

Por jogo, ainda tem uma despesa extra de seguranças, tarefeiros, arbitragem e taxas de FGF, CBF e Conmebol. Isso começa em R$ 150 mil, podendo chegar a R$ 400 mil dependendo do tamanho da partida.

Ou seja, a Arena dá muito dinheiro, mas também custa muito dinheiro.

De todo modo, o que o presidente Romildo tem dito é que as negociações para a compra do estádio estão em Stand by. Tá tudo parado.

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