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Boas notícias e preocupações que causaram mais um empate do Grêmio no Brasileirão

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Lucas Uebel/Grêmio

  • No geral, o empate foi injusto. Muito injusto. Era pra ter sido uma goleada para o Palmeiras. Gente, uns 3 x 0 seria absolutamente normal no primeiro tempo. Ok, verdade que o segundo tempo foi gremista, mas um domínio de bola e não de chances de gol.
  • Aliás, o resultado final tem duas analises a serem feitas: primeiro é que o Grêmio conseguiu se livrar da derrota, mas o ruim é que o foi o 14º empate no Brasileiro. Mais uma patinada na tabela. São mais empates do que vitória. São 12 vitórias.
  • A história recente do Grêmio indica que o time, em campo, é antes do Maicon e depois do Maicon. E essa partida foi um resumo disso. O cenário estava de uma maneira e mudou completamente depois que ele pisou no gramado. Isso que entrou faltando 10 minutos para acabar o jogo. Maicon inteiro é outra história, todos sabemos. O pontinho vai pra conta dele.
  • Diego Souza marcou o gol subindo de cabeça no terceiro andar e testando pra rede. Depois, quase guardou um de falta. Que ano deste cara. Ele está sendo um monstro nesta temporada. Olha, arriscaria dizer que ele é, hoje, o melhor centroavante jogando no futebol brasileiro. O de melhor temporada. E falo da fase, do momento. Esse tipo de coisa muda a toda hora porque o Gabigol, por exemplo, foi gigante na temporada passada e nesta não tá legal. O Pedro é muito bom, mas não foi tão regular quanto ele.
  • Tanto Victor Ferraz quanto o Diego Souza disseram que Renato e Gabeira, seu auxiliar, mudaram tudo taticamente no intervalo. Conseguiram ler o Palmeiras e ajustar a estratégia. Fica aqui o registro.

Ainda procuro entender o que há com Jean e Matheus Henrique – Lucas Uebel/Grêmio

  • Um dia, imagino que daqui a muito tempo, nós ainda vamos entender o que o Thaciano fazia para merecer tantas oportunidades. Hoje, vendo os jogos, não tem como entender. Renato começou com ele como volante ao lado do Matheus Henrique. Jogou um primeiro tempo inteiro ali e não conseguiu jogar. Isso tudo com Darlan, que até pouco era o titular, vendo a partida no banco. Depois, foi ser o meia-atacante e a única coisa que mostrou foi vontade. Mesmo jogando na sua, nada conseguiu fazer.
  • Insisto, só foi acontecer alguma coisa em campo quando o Maicon começou a organizar as coisas. Ele precisa entrar na área, tabelar com o Luiz Fernando pro gol do Diego Souza acontecer. Mesmo que tivesse a bola no segundo tempo, pouca coisa perigosa acontecia.
  • Não sei o que acontece com Matheus Henrique e Jean Pyerre. São tão geniais. Não consigo encontrar os motivos que fizeram os dois jogarem uma bola normal, com nada especial, com jogadas óbvias e previsíveis. Ainda procuro entender. Se você souber, por favor me avise.
  • Mais do que a disputa pelo título, porque o Grêmio segue na quinta colocação, a preocupação é com o futebol na final da Copa do Brasil. Não tem como ligar uma chave e todo mundo começar a gastar a bola só quando chegarem os dois jogos finais. Ou existe uma mobilização urgente ou vamos chegar em fevereiro e será um kinder ovo imaginar o que vai acontecer na final. Pode entrar o time do São Paulo, no Morumbi, ou o do contra o Santos, na Vila.

Gostei do Rodrigues na zaga também. Mais, teve várias chegadas com força no ataque – Lucas Uebel/Grêmio

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