Grêmio
A reunião marcada na Arena, o que falam sobre a permanência do Mano e a renovação do Edenilson
- Uma reunião de grande importância ocorre nesta segunda-feira na Arena, onde o presidente Guerra recepciona o novo presidente gremista, Odorico Roman. O encontro conta com a presença de vice-presidentes de ambos os lados para dar início à passagem de bastão. Embora a gestão atual comande o clube até o final do Campeonato Brasileiro , o objetivo é que a nova diretoria fique a par de todas as informações cruciais, como finanças, contratos de jogadores, bastidores, contas a pagar e compromissos firmados, dando mais transparência ao comando futuro.
- No que diz respeito à comissão técnica, uma grande decisão precisa ser tomada sobre o técnico para 2026. Mano Menezes não vai exercer a cláusula de renovação automática, pois o Grêmio não conseguiu a classificação para a Libertadores da América. Mesmo assim, ele virou o favorito nas últimas horas e a tendência é que permaneça no cargo. Há vários motivos para essa inclinação: a direção considera que o Mano está crescendo no trabalho, fazendo um percurso “do menor ao maior” , o fator continuidade, e o calendário de 2026, que é ano de Copa e está “espiçado”. Além disso, o futuro executivo, Paulo Pelaipe, já trabalhou com Mano e foi quem o contratou em 2005, indo com ele até a final da Libertadores. Há também o fato de não haver um grande técnico no mercado à disposição (Tite não aceita propostas e outros técnicos são muito caros) , e Mano é visto como uma garantia de resposta no curto prazo.
- Sobre a renovação de Edenilson, surgiram duas novas versões sobre a situação contratual. A primeira, vinda do staff do jogador, diz que o contrato tem uma cláusula de renovação automática que já foi exercida, dando ao Grêmio pouca escolha. A segunda versão aponta que a diretoria não está anunciando a renovação por conta da repercussão negativa. Um argumento interno usado por dirigentes para manter o jogador é o chamado fator Reinaldo. Reinaldo, que saiu do Grêmio e fez um Campeonato Brasileiro excepcional , é usado como exemplo para dizer que o clube não deve sucumbir à pressão externa da imprensa ou da torcida e dispensar Edenilson, devendo acreditar que tem um grande jogador nas mãos.
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