Inter
Yuri joga muito, Cuesta ponta-esquerda, Aguirre alcança eficiência e Inter decola no Brasileiro
- A eficiência que o Aguirre conseguiu colocar nos últimos jogos foi impressionante. Mais uma vitória sendo extremamente eficiente. Depois a gente vai conversar se jogou muito ou pouco, mas a tabela mostra três vitórias seguidas. Foi um 2 x 0 justo pro Inter.
- O primeiro gol acontece num escanteio com cruzamento do Edenilson e cabeçada do Yuri. Diria que 70 ou 80% das jogadas de ataque do Inter são destes dois. Hoje, os principais atletas de linha.
- E, falando individualmente, gostei muito do Yuri Alberto. Teve muita movimentação, correu, chutou, cabeceou. Gostei muito dos movimentos dele. Pra mim, o melhor em campo.
- O segundo melhor foi Daniel. Que sempre precisa salvar. Desta vez, foi num lance cara a cara com o Gilberto. Fez milagre com o cara cabeceando da pequena área. O PVC chegou a comparar as defesas com as defesas do Manga, tamanha a dificuldade.

Daniel foi, mais uma vez, um dos melhores em campo – Ricardo Duarte/Inter
- Mas o jogo foi 2 x 0. Destaque pro Cuesta, que de novo apareceu como ponta-esquerda e meteu na cabeça do Dourado. Não quero ser injusto com ele, mas o Cuesta tá se destacando mais como cruzador do que como marcador nesta temporada.
- Entre as novidades, Heitor e PV foram bem, mas nada que justifique roubar a titularidade do Saravia ou Moisés. Insisto que ambos foram bem, só não colocaram uma dúvida gigantesca no Aguirre.
- Taison voltou e fez um jogo no mesmo patamar. Nem decepcionou, nem empolgou. Só que ele é o Taison, né? Merece estar no time pelo que já fez.
- Gustavo Maia estreou nos minutos finais. Ainda foi pouco tempo, não há como ser definitivo. Ele foi um ponta bem aberto pelo lado esquerdo e teve uma boa jogada, abrindo pro meio e chutando. Me parece que essa vai ser sua missão aqui. Esse é ponta, ponta mesmo!
- Falando da estratégia, tá claro que Aguirre fez os caras voltarem a jogar alá Abelão. Que, na real, é a maneira que o grupo mais rendeu. Tanto, que teve duas bolas puxadas pro ataque que o Inter não fez questão alguma de ser veloz. Ao ver que o time deles tava bem postado, seguraram a bola sem vergonha alguma e ficaram ali, de boa. Ou seja, voltou a ser um time que não se preocupa em golear, jogar bonito, nada. O negócio é eficiência.

Gustavo Maia entrou na ponta-esquerda do Inter – Ricardo Duarte/Inter
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