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Inter

Vou focar apenas na única coisa que me importa sobre o Inter nesta noite!

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  • Vou me permitir tentar focar e pensar apenas no resultado. Sim, vou ser comentarista de resultado. O Inter venceu e só isso “importa” nesta avaliação. Só isso é relevante, pelo menos. A única lembrança desta noite será que os três pontos aconteceram.
  • Outra, se pegarmos por aproveitamento, o Inter estaria no G4 do Brasileiro. Sim, eu sei que a tabela está uma pequena bagunça, mas é um parâmetro que pode auxiliar na tranquilidade para o time jogar mais. E, sim, precisa jogar mais, né? Eu e você sabemos disso.
  • Porque não, o Inter não fez uma boa atuação. Nem de perto. Bem longe disso. O primeiro tempo foi irritante. Mais de 60% de posse de bola, com quase nada de chutes a gol e zero jogadas bem trabalhadas.
  • Pelo contrário, era o Vitão de armador e um time que não empolgava em nada. E, quando não era ele, cruzavam a bola pra grande área de qualquer jeito. As esperanças estavam em um zagueiro armando ou um chuveirinho alá futebol inglês de antigamente. Duro, né?
  • E nem da pra dizer que era um time reserva ou coisa assim. Apesar das preservações, tinha Borré e Valencia no ataque. E esses caras vão pra suas seleções. Ou seja, tem chance de ficar ainda pior. Ok, conhecendo o Inter, é capaz até de melhorar diante do improvável, mas a tendência lógica dos fatos é ter mais dificuldades.
  • Wesley é uma ilha produzindo jogadas diferenciadas na ponta. Só ele. E por méritos dele. Aquela famosa frase de jogadas individuais. O velho talento brasileiro, como queiram. Wesley é um dos poucos que estão se salvando. 
  • Fora ele, podemos citar todos os outros que não conseguiram jogar o que sabem. Nessa avaliação, é fundamental pontuar que tem a questão do ritmo e tudo mais. Então, deixo aberto para que cada um dê seu cupom de desconto que achar conveniente por essa falta de bom futebol coletivo.

Ricardo Duarte/Inter

  • Só que também não posso esquecer de pontuar que o jogo era contra o Cuiabá. E o Cuiabá é o lanterna do Brasileirão, com zero ponto em cinco rodadas disputadas. Isso mesmo. Nenhum ponto. São cinco derrotas até agora. Coisa absurda. Era esse o adversário. Portanto, sugiro outra reflexão na avaliação pra não se apavorar ou surpreender ali na frente.
  • Aliás, o Inter ama viver perigosamente, né? Renê entrou nos últimos 10 minutos de jogo. Poxa, máximo respeito ao profissional, que tem vários méritos, inclusive de assumir suas falhas, mas eu pergunto: pra quê fazer ele e a torcida passarem por isso? Dá um tempo, sabe? Respira, quem sabe usa o Bernabei. Tipo de coisa que é só atrair situação ruim. O Inter faz seu torcedor viver perigosamente.
  • Bom, mas como disse, desta vez, vou me permitir olhar bem mais o lado bom da coisa. A vitória aconteceu. Com várias situações polêmicas de arbitragem, com um time que nem de perto empolgou ou jogou bem, mas venceu. Na tabela, é isso que importa. 
  • Eu sei que quem joga mal e vence, pode cair do cavalo ali na frente. E quem joga bem e perde tem chance de encaixar e virar o jogo. Porém, dessa vez, vou focar que os três pontos irão tirar o peso e os jogadores passarão a jogar melhor tanto na decisão da Sula quanto nos outros jogos do Brasileiro. Existe essa chance. Vitórias ajudam nisso.

Ricardo Duarte/Inter

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