Inter
Plano após trocar o preparador, porque o Mano não caiu, alerta com a torcida e dívidas milionárias
Resumo de informações do presidente Alessandro Barcellos na concentração do Inter, em Belo Horizonte:
- A troca de preparador físico precisou ser feita porque eles entenderam que o modelo de trabalho que estava sendo feito era insuficiente, que não iria dar um retorno a curto prazo. Sabe que a troca não vai dar um retorno a curtíssimo prazo, mas é a chance de tentar ganhar potência e ter mais intensidade. Se não mudasse, seria pior.
- A questão física não é o único problema, há situações técnicas que também são vistas. O Mano tá trabalhando para que a formação ideal se encaixe.
- Para defender a permanência no Mano, citou nomes como Vojvoda, Diniz e Luis Castro que oscilaram e conseguiram encontrar seu grande momento. É isso que estão buscando.
- Nenhum clube no Brasil tem um reserva do nível do Alan Patrick. Sem ele, tem que fazer um esquema para superar isso. A equipe precisa achar suas soluções.
- Não tem segundo semestre se não tiver um bom trabalho no primeiro semestre. E o torcedor tem que ajudar. Sabe que a torcida tá chateada, mas o Inter pede que seu torcedor ajude agora. Citou a torcida do Galo, que mesmo com dificuldades, lota o estádio. No último jogo, contra o Athletico, tinham 12 mil pessoas, um público muito pequeno. É preciso essa sinergia para um segundo semestre melhor, com a chegada dos reforços.
- Não conseguiu negar que o Inter está devendo valores ao Independiente pela compra do Bustos e até aos russos pela compra do Wanderson. Indicou que tá utilizando tudo que pode, fazendo ginastica conforme o dinheiro vai entrando. Garantiu que o clube vai honrar seus compromissos, mas neste momento, faz uma espécie de ginástica financeira e, por vezes, tem contas sendo pagas com um, dois ou três meses de atraso.
- Contou que pagou R$ 40 milhões em dívidas no ano passado e mais R$ 70 milhões em juros bancários. São R$ 110 milhões em gastos.
- Explicou que tá pagando dívida de jogadores e treinadores de cinco ou seis anos atrás. Tem que reduzir isso. Está trabalhando para que todas as rescisões de treinadores, Miguel e Medina, por exemplo, sejam pagas durante a sua gestão, que ele não vá deixar nada para outro presidente pagar.
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