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O melhor em campo pelo Inter, os destaques positivos, negativos e o avanço que aconteceu

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Ricardo Duarte/Inter
  • Na tabela, resultado ruim. Empate “em casa”, com seu mando, não é de se comemorar enlouquecidamente.
  • Dito isso, foi um jogo parelho e disputado com o São Paulo. E, sim, São Paulo. Um outro nível de disputa. Trágico é ter trabalho contra Delfín e Tomayapo. Jogar de igual pra igual com um grande é outra história.
  • O Inter com 52% de posse de bola e o São Paulo com 48. Eles finalizaram mais, 9 contra 7, mas são números parecidos. E, olhando o campo, também se viu um duelo parelho.
  • E, detalhe, além de não jogar na sua casa, ter vários desfalques por convocação e lesão (Rochet, Borré, Valencia e Alario), o time ainda perdeu o Alan Patrick quase no começo da partida. Lesão muscular. 
  • O goleiro Fabrício tá bem, tá? Por enquanto, dá conta do recado. Salvou uma bola do Calleri que iria entrar no pé da trave no primeiro tempo e outras duas no segundo, no chute e depois cabeçada do Lucas. Talvez, o melhor em campo.
  • Hyoran foi bem também. É outra característica em relação ao Alan Patrick, mais movimentação, nem tanta visão de jogo, mas foi super bem.
  • Fernando joga bem de volante e zagueiro. O que joga esse rapaz é absurdo. Só teve uma falha, foi quando deixou o Lucas antecipar na cabeçada, na segunda etapa. Ali, poderia ter ido melhor.
  • Desta vez, o VAR salvou geral. Anulou corretamente um gol milimétrico do Calleri. Mas ali tem uma falha de marcação do Vitão. Justamente na bola pelo alto, que ele mais peca. O impedimento salvou, mas fica a lembrança do que aconteceu.
  • O Inter ainda precisa melhorar seu lado ofensivo. É muita posse de bola e pouco gol sendo efetivamente feito. Tem que fazer mais gols.
  • Lucca, por exemplo, não teve chance de marcar gols. O centroavante foi discreto. 
  • Até porque, o São Paulo quase marcou três gols (Calleri e Lucas duas vezes) e o Inter não teve tantas chances claras. Tá aqui o grande ponto a melhorar.
  • Quem diria que um time do Coudet fosse melhor defensiva do que ofensivamente, mas é a realidade posta atualmente.
  • Entre os jogadores discretos, também estão Aránguiz e Bruno Henrique. 
  • Wesley tentou bastante, embora não tenha conseguido, mantém a fase de ser o mais ousado do time.
  • Gustavo Prado voltou a ser opção e entrar no segundo tempo. Com a saída do Maurício, cresce a expectativa nele.
  • Enfim, um jogo de pontos positivos e negativos. Mas um enfrentamento contra um grande. E de igual pra igual. Em outro momento, isso seguramente seria pouco para a avaliação. Hoje, por tudo que o Inter vive, é um avanço.

Ricardo Duarte/Inter

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