Inter
Inter ganhará R$ 1 milhão com Johnny na Copa
O volante Johnny está vivendo a expectativa de ser convocado para a Copa do Mundo. E isso pode render uma grana para os cofres do Inter. Afinal, há algum tempo, a FIFA está pagando aos clubes que tem jogadores convocados uma quantia como espécie de compensação por usar um ativo deles no período em que os profissionais estão sob contrato.
Isso é como se fosse uma indenização porque a FIFA usa o jogador e o clube é quem segue arcando com o salário dele no período.
E a grana, para os padrões do futebol brasileiro, não é pequena não. A entidade paga 10 mil dólares por cada dia que o jogador está à disposição da sua seleção durante a Copa do Mundo.
Em resumo, se o Johnny acabar convocado, vem pelo menos 170 mil dólares (R$ 900 mil) para a conta do Inter. Isso porque qualquer jogador fica pelo menos 17 dias entre o período de treinamentos até a disputa das três partidas da primeira fase.
Se Jhonny ir avançando com a seleção americana, o valor vai aumentando 10 mil dólares por dia. Mas vamos combinar que os Estados Unidos não vai chegar na final, né?
Então, a conta é mais ou menos essa, pode chegar a R$ 1 milhão se eles avançarem e conquistarem uma vaga nas oitavas e tal. Não vai ser muito mais que isso.

Reprodução
-
Grêmio4 dias atrásCheio de atualizações dos negócios do Grêmio: Mec, zagueiro e meia na pauta
-
Inter3 dias atrásPEZZOLANO ABRE O JOGO: DEFINE A PRIORIDADE DO INTER, FALA EM REFORÇOS E MANDA RECADO AO TORCEDOR
-
Grêmio4 dias atrásO esfriamento do Felipão, a decisão do Noriega, as cláusulas do Carlos Vinícius e o novo BO do Kike
-
Inter4 dias atrásO que mais faltou nesta derrota do Inter contra o Cruzeiro
-
Grêmio3 dias atrásUm jogo de várzea em plena Copa Sul-Americana
-
Inter3 dias atrásO problema do Victor Gabriel pode ficar muito maior e a triste realidade dos reforços do Inter
-
Grêmio1 dia atrásA grana que entrou, o valor da nova contratação, o contrato do Carlos Vinícius e o empresário mal falado
-
Inter1 dia atrásA venda que pode trazer um grande reforço e a hipocrisia do Cruzeiro no STJD