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Resolvi falar sobre tudo que tá acontecendo pra voltar ou não o futebol!

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Eu respeito opiniões contrárias, claro, mas o que eu penso é o seguinte:

  • Só tem que voltar a treinar se existir a previsão de retorno dos jogos em no máximo um mês. Não tem o porquê ficar treinando apenas por treinar. O prefeito Marchezan disse na Gaúcha que o futebol só volta mais pro final do ano e, talvez, retorne apenas em 2021. Bom, aí eu penso que temos um erro. Afinal, é meio sem noção os jogadores ficarem seis meses treinando diariamente, fazendo apenas treinos físicos e sem bola. Então, deixa os caras protegidos em casa. Treinar sem jogar não muda nada.
  • Dito isso, lá se vão dois meses sem futebol. Um tempo bem interessante para o governo federal, das cidades e dos estados se prepararem. Seja comprando equipamentos ou criando estratégias para combater um vírus que ainda não tem cura. É óbvio que salvar vidas é mais importante. Quem me acompanha, sabe que eu sempre fui nesta linha, mas a grande questão é que não se tem uma vacina, um medicamento ou coisa assim. Vamos ter que ficar “parados” até quando para que estejamos preparados?
  • Minha visão, baseada nas informações dos especialistas, é que o futebol tinha que parar justamente para ajudar a achatar a curva. Aquela famosa explicação que mostrava que deveríamos prolongar o contágio das pessoas justamente pra não superlotar os hospitais. E, mais, dar tempo para os governantes comprarem respiradores, máscaras, enfim, tudo que era preciso.
  • E aí a pergunta: quando o prefeito Marchezan diz que talvez não consiga liberar o futebol em 2020 é por que ele não conseguirá equipar os hospitais até o final do ano?
  • Muitas pessoas dizem que não tem clima pra jogar futebol. E isso é uma verdade. Tá cheio de gente sofrendo, não há como negar. Mas chegamos em outros dois pontos que são: emprego e entretenimento.
  1. Primeiro o emprego de quem está no futebol. Se os governantes já tiveram o tempo para se preparar, agora chegou o momento de pensar no emprego de quem depende daquilo pra viver. Tão importante quanto saber a hora de parar é se preparar para a volta.
  2. E segundo é o entretenimento da população. Que, ok, é bem menos importante, mas faz sentido. Afinal, existem milhões de brasileiros trancados em casa, sem poder sair pra se divertir. As lives musicais estão ai pra provar isso. E eu não vi ninguém criticando que era um absurdo fazer live porque não tinha clima pra isso.

Enfim, estas são algumas reflexões que fiz sobre o que tá acontecendo. Aqui eu explico isso com mais detalhes em um vídeo:


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