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O que fez Mancini escolher Paulo Miranda, o pedido de mudança ao Jean Pyerre e porque Campaz não entrou

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Resumo da coletiva do técnico Mancini:

  • Desde que chegou, aconteceram muitas coisas, com muita intensidade. Acha que o Marcelo Oliveira e o Diego Cerri foram fundamentais por insistir na sua vinda já na sexta pela manhã e isso acabou fazendo a diferença para ele poder filtrar o que era preciso fazer no jogo. E deu certo.
  • Não deu tempo de mexer na parte tática, mas apostou na conversa com os atletas e isso fez diferença. O time jogou com a alma que a torcida quer ver.
  • Viu um time bem organizado em campo, que soube reter a bola quando precisava e ser agressivo quando foi preciso. Caiu de produção, mas algo normal de quem abriu uma vantagem.
  • Não acredita que ter tirado o Jean Pyerre foi o motivo pra tomar os dois gols. Isso aconteceu porque o time foi muito intenso no começo e ter perdido um pouco isso. Faltando 10 minutos pra acabar, quatro jogadores estavam pedindo pra sair, tamanho o desgaste.
  • Depois do jogo, ainda no vestiário, viu alguns lances de erros fáceis de serem ajustados, mas que aconteceram nesta partida contra o Ju. Citou o fato de não ter encostado no atacante dentro da área, se tivesse encostado nele desde antes do cruzamento, não tinha tomado gol. Também achou que o time não “atacou marcando”. Quando vai pro ataque, a linha de zaga tem que estar encaixada no time rival. Porque, caso tu perca a bola, já tá todo mundo marcado ali. Isso vai ser falado por ele na semana.
  • Como tem duas semanas cheias de treinamento, vai poder alterar algumas coisas. Nada radical, mas alterar algumas coisas que estavam sendo feitas.
  • Perguntado sobre a titularidade do Paulo Miranda, contou que aconteceu uma conversa na sexta-feira, das 20h até as 23h30min, com a diretoria e ali todos jogadores foram analisados. Ali, ficou decidida a escalação. Queria colocar um time de força, de imposição.
  • Vê o Jean Pyerre com um técnica acima da média. Só tem que acelerar um pouco mais o jogo em determinados momentos. Quando tá vencendo e ele pisa na bola, é o correto. Mas se o adversário sobe as linhas de marcação, ai tem que acelerar o jogo. E isso precisa ser treinado. Não é só pedir, tem que treinar o atleta pra fazer isso.
  • Campaz não entrou porque ele ainda não conhece o jogador, viu jogar apenas. Acredita que as próximas duas semanas serão pra conhecer os jogadores.
  • Em dois dias de treinamento, Elias mostrou uma finalização e uma mudança de direção muito boa. Por isso, ganhou a chance de entrar na partida.
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