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Grêmio foi obrigado a pegar R$ 30 milhões no banco

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Lucas Uebel/Grêmio

Para conseguir manter as contas em dia, a direção do Grêmio se viu obrigada a pegar um empréstimo bancário de algo perto dos R$ 30 milhões durante a parada do futebol.

Essa foi uma das medidas adotadas pela diretoria para conseguir sobreviver sem as receitas de televisão e também com a redução dos valores recebidos do quadro social. Afinal, muitos dos sócios não conseguiram pagar suas mensalidades.

Foi só por isso que, mesmo no período sem jogos, o clube conseguiu manter os compromissos com a Arena. No acordo, o clube precisa mandar R$ 1,7 milhões todos os meses para a parceria. E isso foi feito. E só foi possível pagar esta e outras contas com o empréstimo bancário.


Apenas pra conhecimento do pessoal, além dos jogadores e comissão técnica, que fizeram duas renegociações de salário e vão receber em 2021 e 2022, o Grêmio tem mais, no mínimo, 300 funcionários que trabalham no clube. Seja na base, no administrativo, futebol feminino e por ai vai.

Além disso, um clube como o Grêmio paga impostos altíssimos. Dá algo na casa dos R$ 4 milhões por mês.

Enfim, é muita coisa. A saída do presidente Romildo foi ir no banco e adiantar estes R$ 30 milhões para manter tudo em dia.

A melhor saída para o Grêmio será conseguir vender um Everton Cebolinha por uns 30 milhões de euros e pagar tanto esse empréstimo como outras contas até o final do ano.

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