Grêmio
Do bastidor que revelou o nível de tensão, as novidades no time até o resultado mais provável do Gre-Nal
- Pra mim, esse Gre-Nal tem cara de empate. Se fosse apostar, colocaria 1 x 1. Isso não é ficar em cima do muro. Na real, de fosse -1 x -1, também não duvidaria.
- Roger não consegue mais se achar e, mesmo que tenha treinado com três zagueiros, a informação é que deverá repetir o time com a mesma formação de antes. Já o Mano nunca encontrou um bom time pro Grêmio. E agora recebemos que a novidade vai ser o Pavón no ataque. Ou seja, nada de muito novo.
- Vai ser o duelo de um treinador que perdeu a mão de fazer o seu time jogar o melhor futebol do Brasil, como foi em parte do ano passado, contra outro que jamais fez o Grêmio jogar bem.
- Mas também preciso reconhecer que Mano agora recebeu diversos nomes bons e tem as novidades a seu favor. Arthur e Willian poderão ser os grandes diferenciais desse clássico justamente por isso.
- Recentemente, ouvia o Luis Vagner Vivian dizendo algo do tipo que o Willian vai dar a engrenagem que faltava no meio-campo gremista. Não há como negar que existe essa expectativa.
- O que pesa pro Roger é ele manter sempre o mesmo jeito de jogar, né? A maior novidade será Borré no comando de ataque no lugar do Ricardo Mathias. Ele dá mais qualidade de jogo fora da área. O Borré tem a capacidade para sair, trocar passes, ajudar na construção e não apenas ser um finalizador. Por outro lado, não está 100%. Mais do que isso, chegou a contratar um profissional para fazer treinos fora do clube pra ver se entra em melhores condições em campo nesse domingo.
- A informação que recebi é que o Inter está bem mais tensionado que o Grêmio. Uma pessoa, inclusive, me passou algo na linha de “se não ganharmos, estamos fodidos”. Pra mim, isso é consequência das recentes pressões que a torcida fez indo no CT. E confesso pra vocês que não sei até que ponto isso é bom. No lado positivo, dá pra dizer que os caras sabem da responsabilidade. No negativo, que a tensão demasiada pode levar ao medo e aí degringola tudo.
- Pra não deixar passar, recebi que no Grêmio existe concentração, com a faca no pescoço também pelo fato de não ganhar clássicos há tempos, mas há um sentimento de um time muito mais calmo e concentrado para a partida.
- No Inter, D’Alessandro apareceu. E com um discurso surpreendente. Ao invés de criar um fato, dizer que é contra tudo e todos, que a imprensa isso ou aquilo, ele foi lá pedir desculpas pro torcedor e convocar mais uma vez a torcida pra ajudar no Beira-Rio. Muito lúcido, não escondeu os problemas do time e até referendou o discurso do Bisol, que jogou a responsabilidade nos atletas, que eles têm que jogar mais.
- No Grêmio, o presidente Guerra foi quem falou. Na festa de aniversário, começou bancando Mano. Ele é e será o treinador até o final da temporada. Disse não saber o porquê esse time não deu a liga que queria, mas se empolgou falando das contratações recentes, que os novos nomes serão a base de um time vencedor. Sim, pra ele, quando Marcelo Marques entrar e trouxer mais reforços, essa será a base de um time que vai ganhar.
- Bom, por todo esse otimismo, posso dizer que mudei meu placar de -1 x -1 pra gloriosos 1 x 1. Ainda sigo pessimista. Mas clássico sempre surpreende. Então, vamos lá.
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