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A punição e as explicações de Renato para o presidente Romildo

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Lucas Uebel/Grêmio

A direção do Grêmio não irá punir ou repreender o técnico Renato Portaluppi por estar na praia quando deveria estar em casa, já que ficou no Rio de Janeiro justamente por ser grupo de risco.

Palavra do presidente Romildo em entrevista ao Neto, no programa Os Donos da Bola, que agora acontece também na rádio Bandeirantes, de São Paulo:

“A maior punição que ele pode sofrer é o autoflagelo que tá sofrendo hoje de um montão que conheceu o seu comportamento e estavam julgando. Às vezes positivamente, mas grande parte condenando. Esse autoflagelo público é o pior de todos.”


A direção gremista avalia ainda que, de modo geral, Renato tem um comportamento tranquilo e diz tratar o assunto como encerrado após a nota publicada no site do clube.

Antes de postar a nota no site, o presidente Romildo ligou para Renato e explicou que iria soltar tal nota para a imprensa e o treinador concordou. Ninguém sabe exatamente o que ambos falaram, mas foi ali o contato que aconteceu entre as duas principais lideranças do clube para “zerar” o episódio.

A única pista que a direção deixou vazar foi que Renato “se defendeu” argumentando que tomar banho estava permitido pelas autoridades e que não jogou futevôlei, ficou apenas um tempo na areia e foi embora.

  • Importante dizer que a informação passada por Renato não estava correta. A prefeitura do Rio estava até tirando (ou pelo menos tentando) as pessoas da areia. Pode correr no calçadão e praticar esportes na água, como surfar ou coisa do tipo. Não pode ficar na areia e nem tomar banho.

Reprodução

 

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