Grêmio
A frustração do Arezo na sua vinda para o Grêmio
- Em entrevista no Ovación, caderno esportivo do jornal El País, Arezo deixou nítido que existe, sim, uma frustração por não atuar tanto com a camisa do Grêmio. Ele tem apenas 133 minutos em campo, em 12 jogos, todos saindo do banco de reservas.
- Vale lembrar que a informação que a imprensa recebeu é que foi feito um combinado com o centroavante que ele seria preparado para 2025, mas creio que nem ele imaginou que seria tão pouco, né?
Aqui as declarações do Arezo:
- “No fim estou pensando em treinar e ver o que acontece no próximo ano porque já está a ponto de acabar a temporada e a ilusão e expectativa que tinha na hora de vir, que era somar minutos, jogar e ajudar o time, creio que não saiu como esperava. Mas tenho que me preparar para o que vier, assinei um contrato longo, então isso me dá tranquilidade.”
- “Levo com tranquilidade, mas não com as expectativas que imaginava na hora de vir, porque claramente a minha volta da Europa sempre foi com a ideia de jogar, como fiz quando vim ao Peñarol, com o objetivo de ser protagonista e voltar a me sentir eu, o que nestes seis meses não ocorreu. Mas além do futebol, encontrei outra responsabilidade que sempre vai estar acima do futebol que é meu filho e minha família, então isso me ajudou a aguentar este período com muito mais tranquilidade, com a expectativa que a minha esposa esteja bem, de estar de olho no bebê e ter a tranquilidade de dizer: “bem, tenho que treinar, estar bem e se as coisas acontecem, acontecem.”
- “Nunca vou fechar as portas para o Peñarol, sempre vou estar aberto a falar. Tenho contato muito seguido com Nacho Ruglio (presidente), mais como torcedor que qualquer coisa. Sempre me transmite que gostaria que eu estivesse aí (no Peñarol). Eu como jogador nunca vou fechar a porta para o Peñarol, sempre vou a estar aberto para conversar. Depois, muita coisa influencia. Acabei de chegar ao Grêmio, então são muitos fatores que é preciso pensar, mas se conversarmos no sentido de sentar e ter uma conversa, sempre vou estar aberto porque é um clube que me abriu as portas em um momento complicado para mim, que não estava indo bem, então creio que eles também merecem o mesmo respeito que me deram no dia a dia e que me fizeram sentir.”
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