Grêmio
A frase que Mano não gosta, a crítica que leu na imprensa e a conclusão que chegou sobre o elenco
Resumo do que disse Mano após a derrota pro Cruzeiro:
- Pensa que o Grêmio se impôs no começo. As duas equipes tem características semelhantes. Jogam em transição, com ataques rápidos. O Grêmio chegava pelos dois lados e estava bem.
- Foi pênalti a bola na mão do Lucas Silva. O braço não estava em posição normal. Mas cada dia os árbitros têm um critério.
- Depois da metade do primeiro tempo, o Grêmio se precipitou. Correu demais com a bola e tentavam acabar logo as jogadas. Isso dava a bola para o Cruzeiro.
- Sempre que se toma gol de bola parada, é uma falha de marcação. O jogador que estava na marcação dele e falhou.
- Não gosta de frases prontas como “a equipe bateu no teto”. Eles abrem o teto e empurram ele mais pra cima. Jogos como esse, mesmo sem o resultado, a postura da equipe dá indícios que se pode melhorar.
- Leu uma crítica que sempre faz as mesmas alterações todo jogo. Dessa vez, fez alterações fora do padrão. E a equipe apresentou melhores em algumas situações e correu riscos em outras. Mas fez diferente. Terminou com dois centroavantes, colocou atacante na lateral-direita porque tinha espaço, tirou um volante e colocou um meia, deixando o Arthur na primeira função.
- Não acredita em mudar o esquema tático em todo jogo. Isso tira a tranquilidade dos jogadores. As alterações serão de mudança de característica. Vai manter a estrutura.
- O que fica bastante claro, nas análises que faz, desde que está aqui. Quando o time tem menos espaços, o Grêmio tem mais dificuldade. É bem óbvio e fácil de entender por quê. Por isso está escolhendo colocar um time de transição.
- A equipe tem que ter maturidade para não jogar lá e cá. Teve uma hora que olhou e os meio-campistas estavam se recuperando pelo pique. Precisam rodar a bola. Não se faz gol de qualquer jeito na turma da parte de cima da tabela.
- Lembrou que, após o jogo contra o Juventude, falou que não dava para olhar muito pra cima porque dava torcicolo. Se não pontuar, as coisas voltam para o lugar onde estavam.
- Sempre gostou de ter um armador nas suas equipes. Na ausência do Monsalve, a equipe se estabeleceu como estava. Agora, com a volta dele, tem um jogador com valências importantes próximas da área. Ele limpa o lance porque tem visão das jogadas e habilidade para fazer isso. Nesse jogo, entrou mais próximos dos atacantes, mas pode ser um meia na frente dos volantes.
- Estava com planos de colocar o Cuéllar no segundo tempo. Ele acrescenta algo que as equipes precisam. Dá tranquilidade e personalidade na bola que passa por ele. Ele pode ser titular já contra o Fortaleza.
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