Inter
Vice do Inter dá algumas pistas sobre o novo técnico do Inter em entrevista coletiva
Resumo da coletiva do vice João Patrício Herrmann nesta sexta, após a saída do Miguel Ángel Ramírez:
- A direção, juntamente com o treinador, encontrou uma solução em conjunto para a saída. Todos entenderam que era o momento.
- Não tem nenhum nome especulado, nenhum nome na lista para ser o novo treinador.
- Por enquanto, Osmar Loss vai comandar o time.
- Não tem prazo para anunciar um novo treinador. Hoje, é um dia que todos estão tristes e remoendo o que aconteceu. Foi um dia triste, os funcionários, os jogadores, todos estão tristes. A única coisa que vão fazer agora é treinar, viajar e jogar na Bahia domingo à noite.
- Quando falou em cultura gaúcha, falou em não desistir, continuar jogando. Foi o estilo gaúcho de nunca desistir, de nunca fugir da luta.
- Não é a primeira vez que um treinador sai de um clube com 100 dias de trabalho. Já aconteceu na história do Inter e de outros clubes também.
- Ele gostaria que o treinador fosse sempre o mesmo, mas não tem fórmula mágica. Nem tudo que se planeja no médio e longo prazo no futebol, consegue se fazer no curto prazo. E o problema foi o curto prazo. A longo prazo, estava tudo sendo executado, mas no curto prazo não. (Ou seja, não teve resultado imediato vencendo jogos).
- A próxima comissão técnica vai ter características no projeto da direção.
- Não descarta nenhuma nacionalidade ou idade do treinador. Não existe nenhum tipo de preconceito com nenhuma característica.
- Sobre Ramírez, pensa que às vezes tu dá certo em um lugar, às vezes não. Questões internas acabam não dando certo. Não pode negar que existia uma ânsia muito grande pela troca da comissão técnica e, por isso ela aconteceu, mas o trabalho do Ramírez é a longo prazo. Só que, como não teve resultados imediatos, ele caiu.
- Não considera o Ramírez um inexperiente, acontece que, eventualmente as coisas não dão certo.
- Quer uma comissão técnica que entenda os jogadores que tem no clube, a história do clube.
- Não conseguiu ter muitos dias de paz no Internacional neste ano. Confessou que tá um pouco decepcionado com o que lê, escuta. Tá muito carregado. Se os colorados não estiverem juntos, o clube vai continuar passando suas dificuldades.
- As dificuldades do Inter são históricas, não são de uma ou duas gestões. Não tem um culpado, não dá pra responsabilizar uma pessoa. Agora, tem é que fazer os ajustes. Ajustes como nas finanças porque o Internacional vive, hoje, um momento de grave crise financeira. E até esse problema fez com que os investimentos no futebol fossem reduzidos.
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