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Inter consegue virada com novos protagonistas diante do São Paulo

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  • O Inter fez o que precisava fazer. Foi lá e venceu o jogo. Com chuva, frio, ambiente prejudicado por tudo que tá acontecendo no estado, mas foi lá e fez a vitória, os três pontos e dá uma tranquilizada na tabela. E, não, não estou falando em rebaixamento. Eu nem cogito isso. O Inter não dá nenhuma demonstração, pelo menos não agora, de time que pode cair. Eu penso em uma garantia mínima de vaga na Libertadores pelo Brasileiro. É isso que tem que querer.
  • O primeiro tempo foi bem mais ou menos. Das duas partes. De Inter e São Paulo. Só que o Keiller conseguiu ajudar os caras. Era uma bola recuado, simples, bastava estourar ou até dominar, sem grande pressão e sair jogando. Conseguiu se perder e fazer o pênalti ao se atrapalhar. Na boa, isso não é lance normal. É claramente de goleiro sem confiança. No próprio pênalti, ele poderia ter defendido. Se a fase fosse boa, teria conseguido pegar. Não pegou por pouco. Isso é fase. Pode ser impopular, mas a real é que o Keiller não é o goleiro que tá se mostrando. O ambiente pesou pra ele. O Keiller é bom goleiro sim. O que acontece agora não é normal.
  • Mas o Inter mereceu a vitória. E fez por merecer no segundo tempo. Os caras voltaram totalmente diferentes. Sabe-se lá o que Coudet disse no vestiário. Foi só retornar pra segunda etapa que ficou nítido que os gols iriam sair. Tava na cara que iriam sair. Pela pressão, pela vontade, pelo jogo de futebol que acontecia.
  • Por curiosidade, os dois gols aconteceram de laterais. Dois jogadores que não estavam sendo tão protagonistas no ataque. Bustos teve mérito de estar na entrada da pequena área pra pegar um cruzamento da esquerda e Renê teve qualidade pra meter um gol de fora da área. Golaço, diga-se. Coudet ama alas ofensivos. Teve desta vez. Renê que sempre foi defendido por aqui, desta vez resolveu a parada.
  • Fora eles, Alan Patrick também jogou muito bem distribuindo bolas no meio-campo. Wanderson foi destaque no segundo tempo também.
  • Por óbvio, não quero ser duro com as palavras. Nem definitivo, mas fiquei querendo mais do Lucca. Achei que ele iria entregar mais jogadas. Não conseguiu. Jamais por falta de vontade. Brigava em cada bola. O jogo dele só não aconteceu mesmo.
  • Bruno Henrique também não teve o mesmo nível de antes. E jogando na do Aránguiz, como se fosse o motor do meio-campo. Não foi o dia dele.
  • Outro que é injusto ser definitivo é o Gabriel. Por isso, faço o registro que ele ainda não voltou a ser o que era. É justo que se entenda o tempo parado, a adaptação e tudo mais. Só é preciso pontuar que ainda não é nem perto do que era.
  • Por sinal, o Rômulo, volante, entrou super bem no segundo tempo. Esse é um que perdeu espaço com Coudet, mas estava sendo protagonista com Mano. Não dá pra queimá-lo pelo jogo contra o River lá. Afinal, o cara entrou numa fria, fora de posição. Torço pra que ganhe mais oportunidades.
  • Quem o Coudet ama e tá dando resultado é o Hugo Mallo. Todo mundo fica falando que o cara é baixo, mas não tem uma falha defensiva pra apontar dele. E agora era contra o São Paulo, não é o Bolívar. Merece crédito.
  • Bom, o negócio é esse, é vencer e ficar perto dos primeiros. Motivo? Se não der na Libertadores, tem chance de abrir um G8 e pegar uma pré-Libertadores pra 2024. É isso que tem que focar neste Brasileiro.
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