Inter
Coudet contou várias curiosidades e bastidores sobre o Inter
Coudet deu entrevista no canal do Baldasso e contou algumas informações interessantes. Aqui um resumo:
- Ele vê Boschilia e Edenilson podendo jogar em diferentes setores do meio, mas Patrick tem que jogar mais pela esquerda mesmo.
- Leandro Fernandez, Abel e Galhardo não devem jogar juntos, porque não teria alguém pra entrar do banco se tivesse perdendo. Ele valoriza ter opções no banco para mudar o cenário de uma partida.
- Deu a entender que Marcos Guilherme tem alguns problemas pessoais. Até disse que uma pessoa, quando não está bem, ela não vai jogar futebol com os amigos, mas como ele é um profissional, ele tem que ir trabalhar. Acha que ele vai de recuperar depois de fazer um gol, tirar pressão e tudo mais.
- Está trabalhando bastante com os jogadores que são constantemente criticados, pra isso não afetar eles. Entende as críticas, mas Moisés, por exemplo, é um Bola de Prata, da ESPN. Contou que trabalhou muito isso com o Uendel quando chegou também.
- Voltou a dizer que precisa de um grupo muito forte porque o Inter não tem muitas qualidades individuais.
- Falando sobre clássicos, disse que clássicos contam com sorte, também.
- Lembrou que, mesmo com um time na liderança, lançou 3 jovens, vide Peglow na quinta. E ele não vê outros times fazendo isso.
- O futebol na Argentina é muito diferente do jogado no Brasil. Lá, é muito mais físico, aqui muito mais transições rápidas. E ele está tentando adaptar seu time pra isso.
- Uma diferença no seu trabalho é que, no Racing, tinha 4 centroavantes quando saiu, aqui nunca pôde ter 4 centroavantes à disposição.
- A ideia contra o Atlético-MG não era fazer o gol e recuar o time. Quando ele jogou “golpe por golpe” no primeiro tempo, fez o gol. Só que as equipes do Sampaoli tomam muitos riscos e ele não tinha, por exemplo, um centroavante que prendesse a bola lá na frente.
- Acha que corrigiu a bola aérea. De cinco gols sofridos no Brasileiro, três foram de pênalti. O último de bola aérea foi numa jogada circunstancial em que o Gustavo Gomez, do Palmeiras, foi “Neymar”.
- Como um pensamento pessoal, não gosta muito de times com atacantes abertos pela ponta. São muito poucos times que tem atacantes de lado que são goleadores, a não ser alguns diferenciados como Sterling e Salah.
- Galhardo gosta de voltar mais, de ter mais a bola nos pés. Coudet briga bastante com ele pra ficar como referência na área.
- Sobre Dourado, ele conversa bastante com ele. Mas as imagens que se veem dele treinando não dizem nada. Não se pode apressar e fazer uma “cagada”. Indicou que Dourado está longe de estar pronto.
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