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Abel faz vários elogios a Coudet, quer vencer todas competições e gostou de verdades do Rodrigo Caetano

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O presidente começou apresentando Abel Braga dizendo que agora ele poderia chamar o Beira-Rio do estádio

  • Abel começou elogiando o trabalho do Coudet, disse que a qualidade do trabalho dele foi muito alta.
  • Falou que, como não tem tempo para treinar, vai apenas conversar. Não quer dizer que vá mudar as coisas, vai apenas colocar seu linguajar, suas estratégias, mas o time segue muito parecido com o que jogava antes.
  • Lembrou que, semana passada, ouviu uma frase do Guardiola muito boa. Guardiola disse que ele, neste momento, não é mais treinador de futebol e sim um gerente. Afinal, os times jogam, recuperam e ele fala. Não há mais como treinar. Apenas falar.
  • Pensa que tá na hora de vencer alguma coisa. O Inter é muito grande. Tá na hora de ganhar. Falou em priorizar todas as competições e tentar ganhar todas.
  • Futebol mudou muito desde 88 quando chegou aqui pela primeira vez. É muito mais competitivo, mais intensidade, mas não deixa de ser um jogo de saber tomar decisões corretas.
  • Foi para o Cruzeiro porque os jogadores pediram, chegou a ficar 10 partidas sem perder, mas não conseguiram evoluir porque a equipe focou muito tempo nas Copas e, quando viu, estava muito mal no Brasileirão. No Vasco, treinou pouco, veio a pandemia e ele resolveu sair.
  • Confirmou que foi consultado para voltar por Fernando Carvalho uma vez (foi em 2016), mas disse que não tinha como assumir compromisso porque estava negociando uma volta para os Emirados ou até ida para o Catar.
  • A responsabilidade desta vez é maior. Normalmente, treinador pega equipes que estão mal. Ele tá pegando um Inter que é líder e está muito bem.
  • Não é um paizão como vê as pessoas falando. Ele é amigo do jogador que dá o máximo dentro de campo. Jamais vai meter o pau ou xingar algum jogador na entrevista coletiva.
  • Sobre o grupo, tem 28 jogadores de campo. Acha que é um número razoável. Jogam 11 e ainda sobram 17. Pensa que repetir a equipe é impossível. Não adianta querer fazer mágica.
  • Já conversou com o D’Alessandro porque ele é o primeiro a chegar no CT. Falou com o Zé Gabriel que estava por ali, conhece o Lomba desde quando ele começou no Flamengo, o Rodinei no ano passado e o próprio Lindoso, que treinou no Fluminense.
  • Depois, foi lembrado pelo Leomir, seu auxiliar, que também conhece o Maurício, no Cruzeiro. Acha um meia de muita força, velocidade e bom chute.
  • Sobre a sua saída do Flamengo, pensa que a direção tinha direito de tirá-lo, só não gostou que eles não falaram as verdades. Lembrou que ganhou a Florida Cup, o Carioca, estava em primeiro do grupo da Libertadores. O jogo antes da demissão tinha sido uma vitória por 1 x 0 sobre o Corinthians na Copa do Brasil, em São Paulo.
  • Sua saída foi muito por ter dito que era normal perder pro Inter no Beira-Rio e que o Beira-Rio é sim o estádio mais lindo do Brasil.
  • Frase dele: “Isso ofende? Eu não quero saber, cara. Os caras podem ficar falando, eu continuo a dizer que o Beira-Rio é o estádio mais bonito do Brasil”.
  • Gostou que o Rodrigo Caetano o chamou para conversar e mostrou tudo que ele achava legal e tudo que achava que não era legal.
  • Não esperava pegar um clube no Brasil agora. Muito menos esperava que, com esse trabalho bom do Coudet, ele fosse sair agora.
  • Quase foi para a Grécia ou pra um time no Mundo Árabe. Acabou não dando certo.
  • Lembrou que, em 89, recebeu uma proposta de um clube pequeno em Portugal e foi porque tinha o mesmo desejo do Coudet de dar certo lá. (Abel treinou o Famalicão e Belenenses)
  • Não acha que a política, a eleição vai entrar no vestiário do Internacional. Não tem nem público, não tem nem como isso afetar no campo.
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