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A mudança gigantesca que tá sendo comunicada sobre o Inter na próxima janela de transferências

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  • O Inter já começa a dar sinais bem claros de que vai mudar na metade do ano. Não é mais só bastidor, não é mais só aquela conversa de “talvez precise ajustar uma coisinha”. Agora o discurso já aparece de forma mais direta.
  • A ideia, pelo que se percebe, é simples: jogar desse jeito até a parada e depois mexer. O próprio Paulo Pezzolano já deixou claro que não era o modelo ideal, mas é o possível. Um time mais recuado, menos protagonista, tentando sobreviver e somar pontos. Só que isso tem prazo.
  • E aí entra o ponto principal. A direção já admite que precisa reforçar o elenco. Não é mais uma dúvida, é praticamente uma decisão. O discurso mudou em relação ao ano passado, quando a ideia era tocar a temporada com o que tinha. Agora não. Agora existe um entendimento de que, do jeito que está, não vai ser suficiente.
  • Entre as possibilidades, se fala em pelo menos três reforços. Um zagueiro, principalmente pela falta de opções no setor. Um atacante de velocidade, porque hoje o time sente essa característica. E um centroavante, que é meio óbvio, pela dificuldade de fazer gols.
  • Também dá pra considerar que isso pode passar por saídas. Não só por questão técnica, mas por questão financeira. O Inter tem limitações claras de folha e, para trazer, provavelmente vai precisar liberar espaço. Nem que seja dividindo salário, negociando, encontrando alguma solução.
  • Outro ponto importante é a situação do Rafael Borré. Não deve ter definição agora. A tendência é empurrar isso para depois da Copa. Até porque não faz sentido resolver no meio da temporada, com janela fechada e sem reposição imediata. Então a lógica é: joga esses jogos, segura a situação e depois decide.
  • E aí entra o contexto também. A entrevista recente gerou algum desconforto, teve reação de torcida, mas ao mesmo tempo existe um cuidado interno. Não é simplesmente descartar o jogador. Existe a tentativa de recuperar, de reorganizar o ambiente e só depois tomar uma decisão mais definitiva.
  • No fim das contas, o que mais chama atenção é essa mudança de postura. Antes, a ideia era insistir com o elenco. Agora, a ideia é corrigir. O Inter praticamente assume que precisa melhorar o grupo para a sequência da temporada.
  • E isso, por si só, já muda o cenário. Porque o time atual até pode competir dentro desse modelo mais reativo, mas dificilmente vai dar um salto maior sem peças novas. Então a parada da Copa vira um ponto-chave.
  • É basicamente isso: segura como dá agora e, na metade do ano, tenta dar um outro nível pro elenco. Se vai conseguir ou não, é outra história. Mas a intenção, dessa vez, parece bem clara.
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