Inter
A estrela mundial e a promessa uruguaia avaliada, mais a proposta indecorosa recebida pelo Inter
- O mercado do Internacional está se mexendo bastante e algumas informações bem curiosas chegaram nos bastidores nos últimos dias. Um dos nomes que apareceu na mesa da direção foi o de Alexis Sánchez. O chileno, de 36 anos, que pertence ao Sevilla, foi oferecido ao Inter e está em fim de contrato. É um jogador com carreira gigantesca, passagem por Barcelona, Manchester United e muito rodado no futebol europeu. O salário pedido gira em torno de 100 mil dólares, valor considerado possível para um atleta desse nível. Mesmo assim, a direção trata com muita cautela, porque nesta época do ano empresários oferecem muitos nomes e nem sempre as conversas viram algo concreto.
- Outro nome que está sendo observado com bem mais atenção é o do uruguaio Agustín Albarracín, atacante de 20 anos do Boston River. Ele foi indicado diretamente pelo Pezzolano, atua pelos dois lados do campo, é canhoto e também pode jogar como segundo atacante. Tem passagem pela seleção uruguaia de base, disputou o Sul-Americano Sub-20 e o Pré-Olímpico sob comando do Marcelo Bielsa. Na última temporada, fez nove gols e deu uma assistência em 28 partidas no Campeonato Uruguaio. O Inter avalia o nome com carinho e pode avançar, embora oficialmente ainda não exista proposta formal.
- No meio disso tudo, surgiu uma situação que chamou atenção. O Fluminense procurou o Inter interessado em Alan Patrick e apresentou uma proposta considerada completamente fora da realidade. A oferta envolvia Ganso mais dinheiro. Internamente, a resposta foi imediata: não há qualquer interesse nesse formato de negócio. O entendimento no Beira-Rio é de que Alan Patrick vive momento muito superior ao de Ganso, que hoje é reserva e atravessa fase técnica bastante ruim. O assunto morreu ali.
- Ao mesmo tempo, o Inter enfrenta dificuldades para movimentar alguns jogadores do elenco que estão fora dos planos. O volante Ronaldo, por exemplo, chegou a ser procurado pelo Guarani, mas recusou a Série C. O mesmo acontece com atletas como Ramon e Cleiton Sampaio: salários considerados altos para o mercado e pouca disposição dos próprios jogadores em aceitar projetos menores. Isso trava negociações, impede saídas e acaba impactando diretamente o planejamento do clube para a próxima temporada.
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