Grêmio
O recado que os dirigentes pediram para passar e o posicionamento do Volpi logo ao chegar no Grêmio
Resumo do que aconteceu na apresentação do Tiago Volpi no Grêmio:
- O vice Alexandre Rossato começou destacando os números do goleiro, dizendo que ele teve a melhor média de notas no campeonato mexicano. No São Paulo, foi o segundo goleiro que teve o maior número de jogos, perdendo apenas para o Rogério Ceni. Foi campeão no Querétaro. Isso qualifica e explica o porquê da contratação.
- O diretor Guto Peixoto falou diretamente para o torcedor que eles ouvem, sim, a torcida. Ouvem bastante. O torcedor pede tanto profissionalização e isso é o que tá sendo entregue. Os profissionais trouxeram um treinador de primeira linha, trouxe o Cuéllar e tá trazendo o Volpi. São eles que estão decidindo os jogadores, os dirigentes dão apenas suporte. Não teria sentido ter profissionais e os dirigentes políticos mandassem.

Lucas Uebel/Grêmio
Resumo do Tiago Volpi:
- Ele sabe bem onde chegou. Pra quem não sabe, chegou no Rio Grande do Sul quando tinha 12 anos, é casado com uma gaúcha e conhece a história do Grêmio.
- Sabe que teve reação negativa de parte da torcida, mas não é algo que consegue controlar. Seria lindo falar palavras bonitas, mas se dentro de campo não jogar, não vai adiantar nada. Tem convicção no seu trabalho. Vai deixar o melhor para reverter essa situação com o tempo.
- Acredita que vive o auge da carreira. Tanto no físico quanto o técnico. Fez dois anos em alto nível no Toluca.
- Tem convicção que o cenário com a torcida vai mudar com o tempo. Começando a jogar, a imagem do torcedor vai mudar.
- Brincou dizendo que estava em uma briga feia, porque colocaram o Navas e o Grohe e ele era o patinho feio.
- Sabe que, aos 34 anos, era a última oportunidade para voltar a jogar no Brasil e no Grêmio. Era agora ou não teria essa oportunidade. Se arrependeria muito se não tivesse voltado.
- Vai usar o jogo com os pés conforme o sistema de jogo do Quinteros. Ele é quem vai decidir isso.
- Também não vem para o Grêmio ser o batedor de pênaltis. No Toluca, o treinador tornou ele o batedor, mas esse não é o objetivo principal aqui.
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