Grêmio
O principal pensamento que eu fiquei após ter visto esse jogo do Grêmio contra o Vitória
- Acho que o primeiro pensamento de todo mundo ao ver esse jogo foi: vai ser um longo ano. E tem chance de ser mesmo. A tendência é que Mano tenha muito trabalho e que as coisas, se acontecerem, demorem pra acontecer. Então, não tenho como chegar aqui e dizer coisas boas. Hoje, o cenário é esse mesmo.
- A tabela é filme de terror. Em seis rodadas, só cinco pontos. O Grêmio é o 19º colocado.
- Em campo, Mano apostou em uma continuidade da base de time, com algumas mudanças como o Cristaldo de meia centralizado, o Edenilson na direita e o Kike Oliveira indo para a esquerda.
- E o que se viu foi o Vitória com a bola a maior parte do tempo e o Grêmio sem conseguir sair para jogar. O gol do 1 x 0 foi um baita de um achado. Não tem outra definição. Uma bola parada que encaixou (porque não me pareceu nem jogada ensaiada aquele lance).
- Mas só o Vitória estava jogando. O Grêmio mal conseguia passar do meio-campo. E aqui vai uma lamentação para o Braithwaite. Infelizmente, aquele cara mega importante para o time desapareceu. Hoje, sua contribuição está sendo mínima. Antes, até poderíamos dizer que era o esquema de jogo do Quinteros. Agora, não tem mais isso.
- Se bem que, por justiça, o Grêmio só foi acordar para a vida após tomar o gol de empate. Gol esse que foi falha individual e intransferível do Volpi. Saiu muito mal em um cruzamento que nem era lá rápido ou essas coisas. Erro individual que gerou gol. Volpi vinha de suas falhas nas duas últimas partidas, mas nenhuma resultou no gol. Essa, comprometeu. E, justamente por não ser um fato isolado, chama a atenção.
- Detalhe, pouco antes do gol, o Mano meteu Nathan Pescador em campo. Vendo que estava sem conseguir ir pra frente e o gol era questão de tempo, jogou Monsalve na ponta e Nathan centralizado. Depois de levar o gol, foi a vez do Aravena e do André Henrique no comando de ataque. Sim, Mano tá disposto a dar chance de todo mundo. Imagino que até por gerir o grupo.
- Pra não dizer que não vi nada legal, foi um time que teve uma lógica de jogar. Foi organizado em campo, tinha algumas propostas definidas como, por exemplo, todo mundo marcava até a intermediária e deixava os zagueiros deles livres para criar. Enfim, são pequenas coisas que mostram um propósito. Agora, não consigo esconder que essa equipe teve uma dificuldade gigantesca para jogar. Mano terá muito trabalho.
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