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Uma novidade sobre a compra da Arena pelo Grêmio

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Lucas Uebel/Grêmio

A direção do Grêmio já admite: hoje, no modelo atual que está se mantendo, não faz tanta diferença ter a gestão da Arena.

Isso não quer dizer que o clube não gostaria de controlar o seu estádio. Apenas que essa receita não é mais fundamental como já se imaginou no começo.

No primeiro momento foi complicado entender todas as mudanças, perder a bilheteria, os ganhos com placas de publicidade. Isso para o fluxo de caixa foi ruim. Afinal, não tinha dinheiro circulando toda semana.

Mas a diretoria foi inteligente e o presidente Romildo conseguiu melhorar receitas de TV, do quadro social e da GrêmioMania, por exemplo.

Aliás, a GrêmioMania faturou 22 milhões brutos no ano passado e tem previsão de faturamento na casa dos R$ 25 milhões brutos neste ano.

Soma-se a isso o fato da Arena ter um custo elevado. Calculá-se que para manter tudo funcionando (água, luz, telefone, a tia do cafezinho…) dá em torno de R$ 900 mil mês.

Além de precisar de um investimento que varia de R$ 120 mil a R$ 400 mil a cada partida, com seguranças, profissionais, enfim, tudo que envolve o jogo.

Por fim, ainda ouvi recentemente do Eduardo Antonini, ex-vice do Grêmio e grande idealizador da Arena, que uma estratégia interessante seria esperar mais dois anos para assumir a gestão.

Motivo?

É quando encerra o financiamento na casa de R$ 250 milhões feito com três bancos.

Seguramente aí sobrará bem mais dinheiro em caixa.

A versão oficial do presidente Romildo é que está tudo parado porque, entre outras coisas, as obras do entorno precisam ser finalizadas e não há quem assuma isso.

Só que, repito, a compra da Arena já não é mais uma urgência para os cofres do Grêmio como já foi anteriormente.

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