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A dúvida do Funes Mori, a indefinição com Grohe, outro goleiro avançado e a divisão que falta do Ferreira

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  • A contratação do Funes Mori está toda amarrada entre Grêmio, Monterrey e até com o lado financeiro do jogador. Agora, o que tá pegando é a vontade do argentino de sair bem do clube mexicano. Como é ídolo lá, ele diz que tá cogitando seriamente ficar até a metade do ano, encerrar o contrato atual e sair numa boa. Neste cenário, o Grêmio não precisaria pagar os 1,5 milhão de dólares pela antecipação, mas teria que assinar um pré-contrato com ele e aguardar seis meses pro cara chegar. E, sim, o Grêmio pretende esperar. Depende do cara. Ele é que tá por decidir.
  • Abubakar é o sonho, mas não temos notícias de avanços. Sabe-se apenas que há outros três interessados e o Besiktas quer ver quem bota mais grana para conseguir a liberação.
  • Sobre goleiros, tem dois nomes na pauta: Marcelo Grohe e Agustín Marchesín. E o resumo é que Grohe sempre será topo na lista, mas a real é que ele ainda não tem a rescisão acertada na Arábia. Tá bem complexo descobrir como exatamente estão as coisas entre ele e seu atual clube, mas a direção gremista só afirma que tá atenta e, se tiver como, fará o movimento para trazê-lo. O problema é que, antes dele rescindir, não há muito o que fazer.

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  • Paralelamente a isso, o Grêmio avançou com outro nome. Trata-se de Agustín Marchesín. Aos 35 anos, ele teve destaque jogando muito pelo Porto, mas hoje é o terceiro goleiro do Celta, na Espanha. Com isso, abriu a chance de conseguir sua contratação apenas pelo salário. É um goleiro experiente, com anos de Europa, e assumiria a titularidade com facilidade. A duvida agora é se a diretoria vai conseguir aguardar um pouco mais e ver o que acontece com Grohe ou vai fechar no Marchesín.
  • Sobre Ferreira, é quase certa a ida para o São Paulo. Dá pra dizer que todas as principais pontas estão resolvidas. O Grêmio vai ganhar R$ 8 milhões, parceladamente, para si e o Ferreira terá seu salário, na casa dos R$ 700 mil com tudo que tem direito, no Morumbi. As únicas duas pontas agora são os percentuais que cada um terá no novo contrato. Resta definir quantos porcento o São Paulo terá, o próprio jogador vai manter e até a escolinha que o formou vai seguir tendo no novo acordo. Ou seja, essa é o último acerto. Porém, o mais importante, foi conseguido. A tendência é de final feliz.
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