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Vice do Inter reconhece problemas, mas vai manter Ramírez e quer que torcedor entenda o que acontece

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Informações passadas por João Patrício Herrmann, vice de futebol do Inter, no Donos da Bola:

  • Reconhece que o time ainda tem que evoluir, mas acha que foi melhor no primeiro Gre-Nal, o do Beira-Rio, e poderia até ter vencido o Gauchão.
  • Miguel é o treinador e vai ser o treinador até o final do ano. O contrato será cumprido pela direção. Eles tem muita convicção que o trabalho vai melhorar.
  • É óbvio que ninguém tá satisfeito com empatar com o Always Ready, em casa. Frustrou inclusive a comissão técnica. Os números do jogo foram excelentes, mas também não adianta ter números excelentes e a bola não entrar.
  • Existe uma intranquilidade no ambiente externo e interno. Isso precisa ser tranquilizado. Os torcedores precisam entender que é um momento de transição. É uma nova diretoria que entrou e vai ter três anos de gestão.
  • Garantiu que todos os jogos são analisados, revistos e discutidos. Há conversas com os jogadores e o trabalho está sendo feito de maneira adequada. Mesmo assim, concorda que existe a frustração em jogo contra o Always ou derrota para o Táchira, por exemplo.
  • A ideia foi reduzir o elenco para ter mais jogadores da base jogando. No último jogo, o Lucas Ramos jogou na Libertadores e o atacante Vinicius Mello concentrou e ficou no banco. Hoje, 50% do elenco é formado pela base.
  • Existe uma lacuna na zaga, principalmente por conta da lesão do Moledo. Falam muito de contratar um lateral-esquerdo, mas ele tá muito tranquilo com Moisés e até com Léo Borges.
  • Mesmo que a direção tenha assumido com a meta de reduzir custos, em momento algum foi falado em não ganhar títulos. Tem que fazer um time dentro da realidade financeira, romper com alguns ciclos (de gastos) que tinham que ser terminados, mas de forma alguma deixar de disputar títulos.

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