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Thiago Galhardo aparece e dá sua versão do que tá acontecendo no vestiário do Inter

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Ricardo Duarte/Inter

Resumo da coletiva do Thiago Galhardo antes do jogo contra o Boca, no Beira-Rio:

  • Todo trabalho demanda tempo. Os jogadores sabem que leva tempo. Tinha um treinador que levou 10 meses para implantar seu trabalho. Agora, o Abel teve um mês apenas e com jogos a cada três dias.
  • Sua frase da vida é: tudo passa. Nos momentos bons tem que ser muito maduro para desfrutar e nos momentos ruins tem que ter equilíbrio para passar por eles. Pensa que não é tão bom quanto diziam, assim como não é tão ruim quanto estão dizendo.
  • De fato, eles não tem tantas chances criadas. As poucas oportunidades, acabaram falhando. Ele especialmente. Teve a bola do jogo para converter o pênalti. Falou em assumir os erros e garantiu que o grupo é muito fechado.
  • Os números continuam bem positivos. Ele estava com números acima da média, mas um gol a cada duas partidas e 32 participações de gols em 43 jogos, é muito bom. E que, se não forem números bons, ele não entende mais nada de futebol.
  • Mesmo assim, estar há cinco jogos cinco jogos sem marcar o incomoda. Acredita que suas atuações caíram porque a confiança baixou após o pênalti perdido. E isso aí lamenta um dia ou dois e no terceiro tem que ser forte e procurar o equilíbrio.
  • O que precisa mudar? Precisa ter mais atitude, chega um momento que não tem mais a quem culpar. O culpado são os jogadores, eles que entram em campo. Precisa é o gol. O gol vai dar a confiança para voltarem as vitórias.
  • Galhardo acompanhou o caso do Matheus Monteiro, atacante da base que treinava no principal e que foi mandado embora por aparecer em um vídeo falando que dopou uma mulher para ter relações sexuais com ela. Pensa que era um bom jogador, tinha futuro, espera que tenha ter uma chance, é um garoto, mas o erro tem que ser pago pelo que ele fez. Fica triste porque isso afeta a profissão, os atletas. Eles ficam mal vistos no mercado. Pediu desculpas em nome dos atletas do Inter.
  • O que pode garantir pro torcedor é que não vai faltar vontade. O principal nem é fazer um grande jogo, é ganhar. É dar uma resposta para eles mesmos, para o torcedor com a vitória pra retomar a confiança.
  • Disse que, se tiver pênalti contra o Boca, vai bater. Respondeu pro jornalista que ele nunca vai errar pênalti porque não bate.
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