Inter
Roger falou com os jogadores no vestiário e deu “aula” para a imprensa sobre escalação
Resumo do que disse Roger após o empate na estreia da Libertadores:
- Tentou ter o Borré um pouco mais de pressão no campo de ataque e um jogador para fazer troca de passes com ele no ataque, já que atuava com cinco na defesa, precisaria disso para tabelar e chegar no ataque. No entanto, admitiu que precisa ser justo com o Valencia, a sua atuação o credencia para ser titular.
- No vestiário, falou para os jogadores que esse time se recusa a perder, buscaram alternativas para buscar o gol de empate.
- Quando o Inter fez o gol, Fernando estava jogando quase como um meia. Ele colocou o Thiago Maia e o Ronaldo para se somar ao Fernando, para ter sustentação no meio-campo e aí poder mais liberdade para os dois laterais irem pro campo de ataque. E o gol foi um lançamento do Bernabei para o Aguirre. Fez isso para criar alternativas diferentes do que tinha tido.
- O ponto alto dos dois últimos jogos, contra Flamengo e Bahia, foi que o Inter não tinha a bola, mas impediu que os adversários transformassem a posse de bola deles em oportunidades de gol. Esse é o ponto positivo. O ponto negativo foi que faltou ser mais contundente. Erraram em alguns momentos nas escolhas que fizeram. Falou para os jogadores que, se tivessem feito melhores escolhas, poderia ter feito o gol da vitória.
- O Fernando jogou entre os zagueiros pela forma que Flamengo e Bahia jogam. O Bahia joga de um jeito em que os dois meias deles estariam na zona de marcação do Fernando e, como é um só, ele ficaria indo de um lado para o outro, sozinho. Então, sua estratégia é baixar o Fernando para zaga e subir os dois zagueiros para pegar estes meias. Assim, cada um marca um e o Fernando fica na sobra (nessa resposta, Roger chegou a terminar dizendo que espera que a imprensa aprenda sobre o porquê faz isso).
- Alan Patrick tem liberdade para circular no campo. Não prende ele em nenhum lugar. Sua missão é, quando estão sem a bola e o time vai fazer pressão no ataque, ele mesmo escolhe um zagueiro para marcar. Quando tem a bola, Alan tem que ir para as costas do volante para ter liberdade de jogar. Isso faz que ele fique com espaço para dominar e jogar. Uma dos seus pedidos é que o Alan receba mais a bola. Ele é o termômetro do time, sempre sabe quando tem que dar um toque na bola ou cinco toques. Ele sabe.
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