Grêmio
As duas negociações que revelam plano da direção, a nova sobre Cuéllar e o apoio dado ao Amuzu
- Aravena é o 19º jogador a deixar o grupo. Está sendo negociado com o Portland Timbers, dos Estados Unidos. A operação é empréstimo com opção — e pode virar obrigação de compra. A informação é que, se ele atuar em 50% das partidas da equipe norte-americana, o clube será obrigado a exercer a compra por cerca de 1,5 milhão de dólares por um percentual do jogador.
- O Grêmio pagou aproximadamente 2,8 milhões de euros por 70% dos direitos, algo que na época girava perto de 3 milhões de dólares. Traduzindo: se a venda se confirmar nesses moldes, o clube recupera parte importante do investimento. Não é lucro, é redução de dano. A atual gestão está assumindo que o atleta não entregou o esperado e prefere minimizar o prejuízo agora, mantendo ainda percentual para uma venda futura.
- A lógica é parecida com o que aconteceu com Edenilson, que saiu para o Botafogo com salário fixo dividido: R$ 150 mil pagos pelo Grêmio e R$ 150 mil pelo clube carioca. Foi uma rescisão construída para ficar viável para todos, especialmente depois do desgaste que já existia e do episódio do jogo contra o São Paulo.
- O cenário é claro: limpeza de elenco. Eram 34 jogadores, agora 32, e a meta declarada pela direção é trabalhar com algo entre 25 e 30 atletas. Pelo menos mais dois ainda devem sair.
- Na lateral-direita, o alvo segue sendo Paulo Henrique, do Vasco da Gama. O Grêmio ofereceu cerca de 2 milhões de euros mais um jogador. O Vasco recusou. A pedida segue alta e o negócio é considerado muito difícil.
- Cuéllar: o volante não quer sair. O Grêmio tem valores atrasados com ele, algo na casa de milhões de reais, que ainda estão sendo regularizados. Ele foi liberado temporariamente dos treinos após um quadro de virose, informação confirmada internamente. Não é questão física ou peso — ele está dentro dos padrões. A decisão é técnica. Luís Castro entende que o jogador não entrega o que ele quer dentro do modelo de jogo. Hoje, Cuéllar e Ely aparecem como nomes mais próximos de uma possível saída.
- Outro ponto: Amuzu voltou a ficar à disposição após problema burocrático com visto. Ele entra agora no período do Ramadã, que segue rigorosamente. Assim como jogadores de elite mundial fazem — casos de Karim Benzema, N’Golo Kanté e Mohamed Salah — o atleta jejua durante o dia e se alimenta apenas após o pôr do sol. O clube já conviveu com isso antes e há protocolo para reposição energética durante partidas noturnas.
- Sobre o departamento médico: Tetê teve lesão muscular confirmada, mas o staff entende que é leve. Existe a possibilidade de retorno antes dos 14 dias inicialmente divulgados, dependendo da evolução.
- E uma boa notícia: Martin Braithwaite já aparece treinando com chuteira e bola. A previsão oficial é abril para retorno após lesão no tendão de Aquiles, mas a evolução anima. Internamente, a direção já admite que não deve contratar um camisa 9 agora. A avaliação será feita após o retorno do dinamarquês. Se ele corresponder, o clube mantém. Se não, a busca por um novo centroavante pode acontecer no meio do ano.
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