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Os primeiros pensamentos de Rodrigo Caetano ao chegar no Internacional

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Ricardo Duarte/Inter

Rodrigo Caetano foi apresentado no Inter como novo diretor executivo. Separei algumas dos principais destaques da coletiva:

  • “Como eu sou aqui do Rio Grande do Sul, conheço muito a história do Inter. O Inter na sua história, sempre foi um clube formador.”
  • “O Internacional segue formando, é questão de estabelecer qual a melhor metodologia para o melhor aproveitamento.”
  • Disse que o elenco do Inter não deve nada para os outros do Brasil. Ele só precisa transformar esse bom elenco em um time.
  • Garantiu que não tinha conversado sobre nomes que podem ser contratados com a diretoria. Tanto William Arão ou qualquer outro atleta que possa ser contratado, já estava sendo trabalhado.
  • Como foi atleta, ele trabalha como gostava que os dirigentes trabalhassem com ele. Ou seja, sempre falando a verdade e tudo no vestiário. Nada fora dali.
  • Rodrigo já trabalhou com a Double Pass, empresa que está auxiliando a base do Inter, no Flamengo. Eles são muito bons para implementar a disciplina. Tem certeza que o Inter fez uma boa escolha com eles. A empresa coloca regras, normas, diretrizes e muda o sistema do “achismo” no futebol.
  • “Não venho aqui com a intensão de ter superpoderes. Nunca trabalhei assim. Às vezes pode aparentar diferente, mas sempre fiz questão de envolver o maior número de pessoas. Em alguns clubes que passei criei processos justamente para dividir essa tomada de decisão.”
  • Ele já recebeu um panorama financeiro e sabe que não tem grana no cofre.
  • Rodrigo vai conversar com D’Alessandro. Ele terá uma análise profunda do que farão com ele, mas o desejo é contar com ele tecnicamente dentro de campo. Falou em jogador de talento diferenciado. O que mais se deseja é ter um jogador como ele.
  • “Entendo que o Internacional tem que voltar a ser protagonista.”
  • Ele pensa que as pessoas veem o trabalho do executivo de uma maneira errada. O trabalho deles é fazer a coisa certa, arrumar o clube. Ganhar títulos é uma outra coisa.
  • A segunda divisão tem que ficar no passado.
  • “Tem que olhar para o topo, tem que mirar as primeiras colocações, ser protagonista no cenário nacional de novo. Não é o fato dessa queda que teve que vai invalidar toda essa história.”
  • Rodrigo tem orgulho dos mais de três anos do Flamengo. Mesmo ganhando apenas um estadual, ele se orgulha de como chegou no Flamengo e como saiu, construindo CT, contratando profissionais, organizando as finanças.

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