Inter
Precisamos reconhecer algo bem importante sobre o Inter
- Terceira vitória consecutiva no retorno do Brasileirão. Podemos até debater desempenho, agora, o resultado tá sendo fantástico. Irretocável nesse plano de meter quatro resultados positivos antes que comecem as decisões nas Copas.
- Contra o Santos, mesmo sendo o mesmo time do jogo contra o Ceará, a estratégia foi bem diferente. No primeiro tempo, o Inter teve 26% de posse de bola. No segundo até melhorou um pouco isso, nada de mais. Ficou claro que o Roger optou por jogar mais sem a bola, pensando em roubar a bola e sair rápido para matar as jogadas rapidamente.
- Se olharmos, o Inter começa fazendo pressão alta. Em diversos momentos, tinha pressão no campo de ataque, com até três jogadores no santista que estava com a bola.
- Mas o gol saiu em um contra-ataque bem executado. Por curiosidade, o David Waschinton errou uma chance de gol deles, quando não conseguiu passar pro Neymar e o Inter acertou tudo na saída de bola daquele lance. Rochet, pra Aguirre, pra Alan Patrick, que fez o passe magistral pro Carbonero marcar.
- Por justiça, tenho que registrar que se o goleiro do Inter faz o que o Brasão, do Santos, fez, a gente estava criticando o cara até não poder mais. Não é tirar méritos do Carbonero, é só ver o lance. O cara errou feio.
- Bom, curiosamente, o segundo tempo foi de posse de bola mais parelha. O Inter teve 46%. E mesmo que tenha feito o 2 x 0, em um penal convertido pelo Borré, a coisa ficou feia no final. O Neymar quase empatou, naquela bola que andou sob a linha. Aliás, o Neymar já tinha levado perigo de canhota, imagina. Ok, é o Neymar, né? É claro que alguma chance o cara vai criar. Não tem como.
- Registro isso e já encaminho meu pensamento pro lado positivo. São três vitórias seguidas. Isso poderá fazer uma diferença gigantesca lá na frente, em meio as Copas. E eu sei que sou chato com isso, mas toda hora venho falar que é fundamental se manter nessa região, uns cinco pontos do G6. Motivo? Se cair das Copas, dá tempo de se recuperar e conseguir vaga na Liberta. O primeiro objetivo de todo mundo tem que ser título, o segundo, vaga em na Libertadores.
- Por tudo isso, tem que vender o Vasco, domingo, no Beira-Rio e depois partir pra Fluminense e Flamengo nas Copas. Vamos combinar que a missão do Inter nunca será apenas escapar do rebaixamento. Roger e os jogadores escaparam daquela zona terrível e fizeram o mais difícil. Agora chegou a ver do último passo.
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